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Thursday, July 12, 2012

Reativação do Windows Após Migração de Máquina Virtual

Genuine WindowsSou um feliz usuário de Mac que, infelizmente, ainda precisa usar o Windows de tempos em tempos. Minha solução na época foi comprar uma cópia do Windows 7 Home Basic e instalar em uma máquina virtual no Mac via o programa Parallels Desktop (http://www.parallels.com/).

Recentemente, após ter tido experiências muito boas de virtualização em meu trabalho com o VMware, eu migrei minha solução de virtualização para o VMware Fusion (http://www.vmware.com/products/fusion/overview.html) com o auxílio de uma interessante ferramenta de conversão do disco virtual de Parallels para VMware.

Tuesday, May 3, 2011

Atualizando o Nexus S GRH78 de 2.3.1 para 2.3.2

Há algum tempo o Google andou atualizando o firmware do Nexus S. Ele originalmente vem com o firmware 2.3 (Gingerbread) e as atualizações normalmente vem Over The Air (OTA, ou sem fios), mas, dado o número de modelos distintos do aparelho, este tipo de atualização pode demorar a chegar.

Logo que liguei o meu, já havia uma atualização para 2.3.1, mas alguns meses depois a versão 2.3.4 já foi lançada adicionando o recurso de vídeo conferência para o Google Talk e o meu continuava no "velho" 2.3.1. Não encontrando versões compatíveis do 2.3.4, resolvi tentar atualizar o telefone uma versão por vez e me deparei com um post no site AndroidAndMe.com que trazia a exata solução que eu precisava.

Se o número de versão do seu Nexus S também for GRH78, você está com sorte e pode atualizá-lo para 2.3.2 seguindo as instruções neste post. Boa sorte!

Atualização: Atualizando o 2.3.2 para 2.3.3

E não é que a técnica de atualizar o Android em sequência funciona mesmo? Acabei encontrando um site italiano com instruções de onde baixar a atualização da versão GRH78C (o número de versão após a atualização do 2.3.1 para 2.3.2) para a versão GRI40. Clique aqui para ler o post ou clique diretamente neste link para baixar a atualização agora. As instruções de atualização são as mesmas...

Atualização 2: Atualizando de 2.3.3 para 2.3.4

Curto e grosso: instruções neste link.


Friday, March 4, 2011

Upgrade do HD do meu MacBook Pro Unibody

Há algum tempo pensei em fazer um upgrade no meu MacBook Pro unibody de 13'' (mid 2009) substituindo meu velho HD Sata 2 de 250GB por um SSD para melhorar o desempenho do sistema. Essa vontade só aumentou depois que vi o desempenho do MacBook Pro que meu pai comprou para ele já com SSD de fábrica (128GB). Fiquei abismado com a velocidade de boot, shutdown e de carga dos aplicativos que simplesmente demoravam bem mais no meu Mac, muito embora meu Mac seja bem mais rápido que o Windows no notebook do trabalho, mas isso é uma outra história...

O que me fez esperar para realizar o upgrade foi o alto preço destes dispositivos e sua relativa baixa capacidade de armazenamento. Finalmente o preço destes dispositivos baixou o suficiente para que eu pudesse comprar um SSD de capacidade e preço aceitáveis. Os modelos de SSD mais cobiçados no mercado parecem ser os da Intel e da Corsair e seus preços refletem esta noção. Também fiquei tentado em comprar um drive híbrido da Seagate que sairia bem mais barato e com alguns benefícios do SSD, mas decidi que se minha expectativa era ter um desempenho do SSD, eu deveria comprar um e acabei optando por um Kingston SSD Now V100 de 256GB que adquiri no Mercado Livre.


Me senti preparado para fazer o upgrade pessoalmente após consultar o manual relevante no site iFixIt.com, uma referência para consertos e upgrades no mundo da maçã. Por lá, descobri que eu precisava de uma chave Philips #00 e uma chave Torx T6 para fazer o serviço. De posse do SSD e das ferramentas, fui adiante com o serviço. Todo o processo levou várias horas (restaurar 160GB em um disco novo via rede não é bolinho), mas enfim estou com o disco atualizado. Escreverei atualizações sobre os resultados como comentários neste post. Segue um conjunto de fotos da empreitada.










Saturday, February 5, 2011

Gingerbread no Samsung Galaxy S

Ontem passei horas tentando encontrar uma forma de atualizar meu Samsung Galaxy S (SGS) de Froyo (Android 2.2) para Gingerbread (Android 2.3). Depois de muitas tentativas frustradas e uma tentativa de root (conseguir permissão de administrador no Android) que deixou meu SGS uma carroça, eu finalmente encontrei um conjunto de arquivos e instruções que deram certo ao ler este post no blog Apopovici.

Essencialmente a solução passa pelos seguintes passos:

  • Fazer o donwload do conjunto de arquivos de atualização e a ferramenta de comunicação com o celular, Odin.
  • Colocar o SGS em modo de download.
  • Usar o Odin para atualizar o firmware do celular.

As duas maiores dificuldades que tive para fazer tudo funcionar foram que meu SGS Vivo não possui uma combinação de teclas que o coloque em modo de recuperação ou de download e que este telefone exige um conjunto gigantesco de drivers USB para serem instalados e nada vai funcionar como deveria se todos eles não estiverem bem instalados.

Para quem está com dificuldades de fazer com que o Odin reconheça o celular, recomendo ligar a depuração USB (Menu, Configurações, Desenvolvimento, Depuração de USB) e, somente então, conectar o SGS via USB no micro.

Quanto ao problema de colocar o SGS em modo de download para que o Odin, além de detectar o aparelho, consiga fazer o flash do firmware, instale o Android SDK a partir do site Android para desenvolvedores (o Java Development Kit é um pré-requisito), abra a aplicação Android SDK e instale o componente Android Platform Tools. Este procedimento irá instalar a ferramenta ADB (Android Debug Bridge) que funciona a partir de console (CMD no windows, ou um terminal para sistemas baseados em Unix). A ferramenta adb está dentro do diretório de instalação do Android SDK sob o diretório platform-tools. Os comandos de interesse são:

adb reboot download
Reboota o SGS colocando-o em modo de download, pronto para fazer o flash do firmware.
adb reboot recovery
Reboota o SGS colocando-o em modo de restauração onde arquivos update.zip localizados na raiz da memória interna podem ser instalados.

Bom, acredito que com estas dicas e o excelente conjunto de instruções do blog Apopovici, curiosos como eu possam fazer a atualização de seus celulares para o Gingerbread.

Saudações Andróides,
Sergio Sousa


Thursday, January 20, 2011

Samsung Galaxy S - Primeiras Impressões

Troquei recentemente meu celular Nexus One pelo novo Samsung Galaxy S (SGS). Fiz a troca após experimentar a velocidade do SGS, a precisão da sensibilidade ao toque e a fluidez do Multitouch ao fazer zoom-in e zoom-out de fotos e páginas web. Outra razão que me levou a mudar de HTC para Samsung é que o sucessor do Nexus One é fabricado pela Samsung e se chama Nexus S. Acredito que se o Google escolheu a Samsung para construir seu novo celular Android de referência, ela deve estar na vanguarda tecnológica em termos deste novo sistema operacional.

Idealmente eu pensaria em migrar do Nexus One para o Nexus S, mas a falta de capacidade de expandir a memória do Nexus S com um cartão micro SD me levou a desistir dele.

Comprei o meu em uma revenda Vivo chamada Comm Center. Como eu paguei o preço integral pelo celular, eu o desbloqueei na hora da compra para que funcionasse com meu chip Oi. Até o momento estou bastante satisfeito com a troca, mas é claro que nem tudo são flores.

Descobri rapidamente que o GPS do Galaxy S é uma droga. Ele é tão problemático que quase inviabilizou que eu usasse o modo de navegação do Google Maps como GPS do carro. Eu fazia isso tranquilamente com o Nexus One. Achei que era um problema com a versão do sistema operacional e daí resolvi fazer a atualização dele com o software que acompanha o celular chamado Samsung Kies. Minha conclusão é que toda essa infra-estrutura de comunicação com o celular depende de um conjunto de protocolos de comunicação USB muito frágeis e quase passei uma noite em claro tentando fazer os drivers USB serem instalados com sucesso.

Consegui inicialmente uma boa comunicação com o celular via Mac, mas a versão do Kies para Mac não suporta o Galaxy S e com aplicativos de terceiros consegui colocar o SGS em modo de download mas não atualizar o firmware. Na enésima tentativa com o Windows eu finalmente consegui com que o celular fosse detectado com sucesso com o Kies. Uma vez instalado corretamente, ele fez a atualização do sistema operacional para o Froyo (Android 2.2), mas o problema do GPS continuou.

No final das contas, apesar do problema do GPS, eu considero que valeu a pena a mudança de celular, mas não posso me desfazer do meu velho GPS Aires do carro ainda...


Monday, December 20, 2010

Suporte de Leitura e Escrita NTFS no Mac

Hoje precisei configurar meu Mac para ler e escrever uma partição NTFS em um disco externo conectado via USB. O Mac OS X Snow Leopard vem com suporte nativo apenas para leitura de partições NTFS. Eu já havia configurado o acesso de leitura e escrita no passado, mas tive que reaprender pois já não lembrava mais como havia feito isso antes. Assim, resolvi escrever a solução aqui no blog para referências futuras e também como serviço aos colegas internautas.

O segredo para dar este suporte é um projeto Google chamado MacFUSE que implementa uma API para criação de drivers de suporte a sistemas de arquivos que rodam com permissão de usuários comuns no Mac OS X. Em conjunto com driver open source NTFS-3G, é possível ler e escrever partições NTFS em seu Mac.

As instruções de instalação são bastante simples:

  1. Faça o download e instale o MacFUSE.
  2. Faça o download e instale o NTFS-3G para Mac OS X.
  3. Reinicie seu Mac.

Espero que estas dicas sejam úteis para você!


Sunday, July 4, 2010

Nexus One: Atualização OTA para Froyo

Há algum tempo atrás eu fiz a atualização manual do Android, o sistema operacional do meu celular Nexus One, da versão 2.1 para a 2.2, cujo codinome dentro do Google era Froyo, abreviatura de Frozen Yogurt. Parece ser uma tradição para os sistemas Android terem codinomes inspirados em sobremesas. Assim, fiz o download de uma imagem zipada do Froyo e executei a instalação.

Ouvi de diversas fontes que, quando a versão definitiva saísse, meu celular seria atualizado automaticamente, sem fios. Achei que esta atualização estava demorando demais a acontecer e ontem decidi buscar por versões mais atualizadas do Froyo. Encontrei rumores que a versão FRF89 seria a definitiva. Como a minha era apenas FRF50, resolvi baixar e atualizar meu celular para a FRF89. Tive alguns problemas em encontrar um link válido para o FRF89, mas acabei conseguindo atualizar.

Não consegui observar nenhuma diferença no meu telefone após a instalação, a única diferença perceptível era um novo Build Number na janela de configurações do telefone que acusava a versão Android 2.2 Build FRF89. O curioso foi que, no dia seguinte, meu celular amanheceu com uma mensagem que havia uma atualização para meu celular me dando a opção de instalá-la. Fiz isso e agora estou com o Froyo FRF91.

Conclusão: Só se meta a fazer a atualização de forma manual se você ainda tem o Android 2.1, os benefícios são gigantescos nesta atualização. Se você já tem a 2.2, não há diferenças perceptíveis entre a FRF50, FRF89 ou a FRF91. Use meu caso como exemplo, as atualizações OTA estão ocorrendo mesmo no Brasil onde o Nexus One ainda não foi lançado oficialmente. Atualizar manualmente para alguma versão talvez não valha o tempo investido na empreitada a não ser que você considere edificante "hackear" seus dispositivos eletrônicos...

Sunday, March 7, 2010

Nexus One - Primeiras Impressões

Já tem quase um mês que venho usando o novo celular do Google: o Nexus One.


Comprei o celular em substituição ao BlackBerry Bold (9000) que eu tinha por não estar satisfeito com a experiência de estar conectado que o BlackBerry proporcionava. Um dos pontos mais fracos eram os navegadores web, muito aquém do que eu consegui fazer via WiFi com meu iPod Touch.


Aparentemente a escolha natural para mim seria migrar para o iPhone, mas acabei optando pelo Nexus One pelas razões que listo a seguir:




  • O Nexus One não possui versão bloqueada, ou seja, você pode viajar para o exterior e colocar um SIM local para usá-lo sem pagar roaming internacional.

  • Tendo optado pelo iPod há anos, estou bastante acostumado a viver no ecossistema da Apple e sei o quanto minha idéia de liberdade é diferente da do Steve Jobs. O ecossistema do Android Market, apesar de pelo menos 10 vezes menor que o da AppStore da Apple, tem muito mais liberdade e potencial de crescimento, em minha opinião.

  • No Natal de 2009 eu dei um Motorola Dext para minha mãe que vinha equipado com o Android 1.6 e gostei bastante deste sistema operacional. Isto me fez ver o Android com outros olhos.

  • Nas publicações especializadas, vi muitos elogios para a velocidade do aparelho Nexus One, sendo, até então, o único celular com processador de 1 GHz existente. Outro ponto forte era a sua tela, a mais bonita e de maior resolução no mercado.

  • Sendo um fã dos aplicativos móveis da Google e sabendo que a Apple já bloqueou aplicativos Google de ingressar na AppStore, resolvi priorizar o Android Market.

  • A câmera fotográfica do Nexus One possui 5MP e flash.

  • O Nexus One é verdadeiramente multitarefa.

  • Finalmente, um dos podcasters técnicos que eu mais respeito, o Leo Laport, defensor de longa data do iPhone, migrou para o Nexus One e não cansa de dizer o quão satisfeito ele está com a troca.


Um importante ponto a colocar no início da análise é que o Nexus One ainda não está disponível no Brasil. Assim, para adquirí-lo você precisa fazê-lo em um país no qual sua comercialização já é realizada. No meu caso, eu comprei através do Mercado Livre.


A primeira experiência com o celular é a abertura da embalagem do produto. O pacote é muito bem montado e não fica nada a dever para a do o iPhone. Acompanham o celular uma capa de proteção, um carregador de parede, um cabo USB para ligar no micro, um headphone com controles multimídia (play/pause, avançar e retroceder) com microfone integrado, uma bateria e um cartão microSD de 4GB.


O que impressiona logo de cara ao ligar o Nexus One é a qualidade da tela. As cores são vivas e brilhantes e o fundo de tela animado faz um efeito visual e dá idéia do quanto o hardware do aparelho é top de linha.


Para quem está acostumado com o iPhone ou iPod Touch, percebe-se de cara que a tela de toque não tem a precisão ou fluidez nas respostas apresentadas pela da Apple, mas ela é boa o suficiente para não causar irritação. Definitivamente ela é melhor que a tela de toques de outros aparelhos Android que eu já experimentei.


A minha primeira dificuldade ao migrar do BlackBerry para o Nexus One foi configurar a internet para o dispositivo. Possuo um plano de dados VIVO e o suporte telefônico não tem a menor idéia como lhe ajudar. Eles não conhecem o aparelho nem o sistema operacional. Pesquisando na internet, descobri que bastava configurar o APN (Access Point Name) para ele. Existe um PDF no site da VIVO informando os parâmetros a serem configurados para o plano VIVO Zap. Depois desta configuração o aparelho passou a funcionar em toda sua glória.


Os aplicativos que já acompanham o aparelho são muito bons, mas uma breve pesquisa no Android Market lhe introduz a um universo de aplicativos gratuitos que me deixou impressionado. Até hoje não deixei de encontrar um aplicativo que não substituísse os que eu uso no iPod Touch. Talvez o ponto mais fraco do Nexus One tem a ver com o gerenciamento de músicas. A interface de gerenciamento de músicas do iPhone e iPod Touch são, sem sombra de dúvidas, muito superiores a qualquer aplicativo de música do Android Market. Assim, não me vejo andando por aí sem meu iPod para ouvir músicas e ver vídeos.


Com relação à autonomia da bateria, faço uso intensivo da rede 3G nele, lendo e-mails, navegando na Web, "tweetando" entre outros, logo tenho que carregar o aparelho ao final de cada dia, mas sinto-me mais seguro se conecto ele via USB no meu micro de trabalho para melhorar a autonomia. O que mais consome bateria no Nexus One é a tela, 74% do total conforme informado pela janela de status do Android. Assim, se você precisar de longevidade, compre uma bateria adicional para poder trocar no meio do dia, ou então faça um uso criterioso da tela. Ainda assim, as informações que vejo por aí é que a bateria do Nexus One dura mais que o do iPhone.


De maneira geral estou bastante satisfeito com a opção pelo Nexus One e o recomendo para aqueles dispostos a explorar seus recursos. Eu já descobri um monte de aplicativos que fazem do Nexus One um aparelho mais útil para mim, mas vou deixar a discussão de aplicativos para outra hora.


Até a próxima!

Tuesday, October 27, 2009

Eureka! "Bug" do Snow Leopard Resolvido

Para quem acompanhou meu post sobre problemas que encontrei ao atualizar meu Mac OS X Leopard para o Snow Leopard, gostaria de informá-los que encontrei o culpado.
No primeiro dia que comecei a usar meu Mac, não fiquei nada contente com a forma com a qual o Mac OS X acentua, através de combinações da tecla option com uma letra para selecionar o acento seguida da letra a ser acentuada. Assim, acabei buscando uma alternativa e encontrei um mapa de teclado criado pelo Rainer Brockerhoff que implementa o layout U.S. International no Mac OS X. Tudo funcionou muito bem até a instalação do Snow Leopard.
Por alguma estranha razão, a presença deste mapa de teclado em /System/Library/Keyboard Layouts tem o efeito de impedir a abertura da janela de autenticação de usuário, impedindo qualquer operação que exija permissões de administrador na máquina como instalar novos programas, fazer manutenção de discos e etc.
Após remover o teclado do diretório, o sistema voltou a funcionar normalmente. Felizmente, o Snow Leopard já vem com o layout de teclado U.S. International sob o nome "EUA Internacional - PC". Assim, posso dizer que agora sim estou plenamente satisfeito com meu novo sistema operacional. Espero que este post possa ajudar outras pessoas em apuro semelhante.

Fontes para a solução:
Main user lost all priviliges after SL install (authentication impossible)
Access to this item is restricted, and now i can't even unlock the keychain

Saturday, October 24, 2009

Problemas Pós Atualização Para Snow Leopard

snow_leopard_box.jpg Comprei recentemente na Apple Store do Brasil o Mac OS X Snow Leopard (Mac OS X 10.6), que é a atualização mais recente para o conjunto de sistemas operacionais da Apple. Eu tinha instalado em meu MacBook Pro de 13" a versão imediatamente anterior do Mac OS (o Mac OS X Leopard ou 10.5), então eu esperava uma transição tranq

Saturday, August 29, 2009

Snow Leopard é Lançado nos EUA e tem Pré-Venda no Brasil



Nesta sexta-feira (28 de agosto de 2009) a Apple lançou a última atualização do seu sistema operacional o Mac OS X. Esta evolução levou o Mac OS X 10.5 (conhecido como Leopard) para Mac OS X 10.6 (Snow Leopard). O preço nos EUA é de US$ 29,00 para quem tem o Leopard. No Brasil, o submarino saiu na frente e está fazendo a pré-venda do pacote por R$ 79,00 em seu site. Entre as principais melhorias destacam-se:

Sunday, July 19, 2009

Acelerando a Ferramenta de Limpeza de Disco

[caption id="attachment_245" align="alignnone" width="240" caption="Foto por cozmicberliner@flickr"]Foto por cozmicberliner@flickr[/caption]

Uma ferramenta bastante útil, que a maioria dos usuários Windows não usa, ou sequer sabe que existe, é a ferramenta de limpeza de disco. Ao usar o computador por algum tempo, uma série de arquivos temporários vão se acumulando em diversos diretórios espalhados pelo disco. Incluem-se aí os arquivos jogados na lixeira do sistema, as cópias locais dos sites visitados (também chamado de cache do navegador), resquícios de instalações de programas, arquivos temporários do Microsoft Office, e a lista segue numerosa...

O fato é que o sistema operacional Windows é um ser que não gosta de lugares apertados. Na medida que os espaços livres do HD vão minguando, os arquivos novos começam a se espalhar pelo sistema forçando a cabeça do disco ficar se movendo de uma região a outra do disco efetivamente freando a capacidade do sistema obter altas taxas de transferência de leitura ou escrita. Este fenômeno, conhecido como fragmentação de disco, é um velho conhecido dos veteranos da informática e o Windows fornece duas ferramentas de sistema para lidar com este problema. Já mencionei uma delas que é a ferramenta de limpeza de disco, tópico deste post, a outra é a ferramenta de desfragmentação, que não descreverei hoje, mas, possivelmente, em outra ocasião.

A ferramenta de limpeza de disco tem acionamento automático pelo Windows XP sempre que o espaço livre na partição contendo o Windows cai para abaixo de 200MB, mas recomendo fortemente não deixar a situação chegar neste extremo antes de endereçar o problema. De fato, recomendo deixar no mínimo 20% do disco do sistema, geralmente a unidade C:, livre para não prejudicar o desempenho do Windows. A ferramenta de desfragmentação avisa que a operação pode levar um tempo muito acima do normal se o espaço livre for menor que 15% do disco.

Friday, March 28, 2008

Cuidado com o KB937287

MicrosoftHoje recebi uma ligação de minha irmã informando que seu marido, estava tendo problemas com o Windows Vista após uma tentativa mal-sucedida de instalação do pacote KB937287. Trata-se de um pacote que é pré-requisito para a instalação do Windows Vista Service Pack 1 (SP1), que será lançado publicamente em breve. Após algumas pesquisas na Internet, vi que várias pessoas tiveram problemas com a instalação deste pacote, e o problema do meu cunhado era do pior dos tipos. O que ocorre é que este pacote se instala em 3 etapas e, na 3

Wednesday, April 18, 2007

Gerando e Gravando imagens ISO de CDs usando o Windows

No final da semana passada fui contemplado no trabalho com um micro novo da Dell, um Optiplex 745. Até aí tudo bem, o problema ocorreu quando fui usar o gravador de CD para gerar um disco a partir de uma imagem ISO.

Aparentemente, o programa de gravação de CDs que veio com o sistema, o Roxio Creator LE Dell Edition, não tem a capacidade de gerar ou gravar imagens ISO de/para CDs. Procurei então por alternativas gratuitas de programas que fizessem isso e encontrei o utilitário ISO Recorder.

Este programa está disponível para o Windows XP, Server 2003 e Vista, ele se integra ao Windows Explorer adicionando opções de menu de geração e escrita de imagens ISO. O programa foi rápido de instalar e usar e, em pouco tempo, consegui queimar a imagem para CD. Espero que a dica seja útil para vocês.

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Thursday, April 12, 2007

Exportando Compromissos do Palm Para o Google Calendar

Sou um feliz usuário de Palms desde setembro de 1998. Comecei com um Palm III, passando pelo Palm Vx e hoje tenho um Palm Zire 72s. Sempre gostei desta plataforma como organizador pessoal, mas cada vez mais me preocupo com o futuro do seu sistema operacional, o Palm OS. Embora se ouça notícias que o sistema está mais vivo que nunca, o que se vê é que diversos dispositivos estão deixando o Palm OS de lado e instalando o Windows Mobile, notadamente, alguns smartphones da própria Palm, como o Treo 700wx. Meu maior receio é organizar minha vida em torno dos dispositivos Palm e ficar de mãos abanando com a progressão da tecnologia e dos aparelhos usados no dia a dia.

Devo estender a vida útil do Palm como organizador pessoal adquirindo um Treo 650, cujo preço está baixando dramaticamente com o lançamento de novos modelos, mas não sei por quanto tempo irei persistir "no lado Palm da Força". Arrodeios à parte, minha última invenção na direção de manter a organização via Palm, mas não depender exclusivamente dele foi a inserção dos compromissos de minha agenda no utilitário web Google Calendar. Após a decisão, é lógico que houve problemas. Segue um roteiro dos passos que fiz para resolver a questão.
  1. O Google Calendar só importa compromissos nos formatos CSV (valores separados por vírgula, arquivo texto comum) e iCal (formato de calendário do utilitário iCal da Apple, só roda em MacOSX). Ou seja, eu precisava converter meus dados Palm para um destes formatos.
  2. Consultando o fórum de ajuda do Google Calendar, descobri um utilitário chamado Palm2iPod. Este programa é na realidade um plugin para a versão Windows do Palm Desktop, a versão Desktop do software Palm OS. Este programa é para os dispositivos Palm o que o iTunes é para o iPod, ou seja, a base de dados principal.
  3. Baixei a versão internacional do Palm2iPod e instalei no meu micro.
  4. Ao abrir o Palm Desktop, dois novos ícones apareceram na barra de ferramentas, uma permitindo a configuração do drive no qual o meu iPod está e outra gatilhando a exportação dos dados. Embora eu tenha um iPod, não queria envolvê-lo no processo pro isso criei as pastas Calendars e Contacts no meu drive K: (sim, tenho uma partição K: no sistema) e depois configurei a letra de drive do meu iPod para K: no Palm Desktop.
  5. Depois de configurar o Palm2iPod, acionei o botão de exportação e foram criados os arquivos K:\Calendars\fromPalm.vcs e K:\Contacts\fromPalm.vcs.
  6. Em seguida abri o Google Calendar, cliquei na opção de menu Definições, selecionei a opção Importar agenda. Na janela que abriu, selecionei como fonte o arquivo K:\Calendars\fromPalm.vcs e mandei bala na importação.
Após estes procedimentos, consegui com sucesso importar meus contatos para o Google Calendar. Agora tive um novo problema, e se eu colocar novos compromissos no meu Palm, como passá-los para o Google Calendar? Como teste, eu reimportei os dados para o Google Calendar e os compromissos não foram duplicados, ou seja, o filtro de importação não gera eventos duplicados. Assim, concluo que seja possível trabalhar com ambas as agendas desde que a atualização de novos compromissos seja feita sempre no Palm. Espero que estas instruções o ajudem a fazer o mesmo.


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Tuesday, April 10, 2007

Travamento do Windows XP após Instalação do Spyware Doctor

No final do mês de maio eu recebi uma oferta do Google Pack, programa do Google que gerencia as instalações de diversos utilitários de empresas parceiras, para instalar dois novos softwares em meu sistema; dois programas anti-spyware.

O primeiro deles foi o Norton Security Scan da Symantec. A proposta dele parecia boa, mas a versão free apenas detecta programas espiões, não tem a habilidade de removê-los; este eu nem instalei. O segundo foi o Spyware Doctor Starter Edition da PC Tools. A versão free consegue tanto detectar quanto remover infestações, porém não tem o recurso de atualizações automáticas. Como neste software era possível fazer atualizações manuais do programa e a marca PC Tools era um tanto nostálgica para mim (ainda do tempo do bom e velho DOS), resolvi instalar a ferramenta.

Não relacionei a princípio, mas desde a instalação do Spyware Doctor, meu micro passou a travar sempre que eu passava um bom tempo longe do micro, hora de almoço, por exemplo. Era chegar ao teclado e tentar desbloquear o micro que nada mais funcionava, apenas um reboot resolvia. Hoje imaginei que o culpado pudesse ser o Spyware Doctor e, antes de sair para uma aula, desativei-o manualmente antes de bloquear o micro. Fiquei surpreso ao perceber que meu micro conseguiu retornar tranq

Thursday, February 1, 2007

Drivers para o Linux

Segundo informações do site Ars Technica, alguns desenvolvedores do kernel do Linux estão oferecendo um serviço gratuito de criação de drivers Linux aos fabricantes de hardware para que seus equipamentos sejam compatíveis com este sistema operacional.

Tuesday, January 23, 2007

Linux Contra Ataca

Após o lançamento do Windows Vista pela Microsoft, que inseriu no núcleo do novo sistema operacional uma série de restrições de flexibilidade de uso ao trabalhar com conteúdo protegido por direitos autorais, observa-se uma reação importante por parte da comunidade dos desenvolvedores do Linux com a criação do The Linux Foundation (TLF). Esta fundação tem por objetivo promover o crescimento deste sistema operacional.

O TLF foi criado em 2007 pela união da Open Source Development Labs (OSDL) e do Free Standards Group (FSG) e atua nas seguintes áreas:

  • Proteção do Linux dando suporte financeiro aos principais desenvolvedores do sistema e também oferecendo suporte legal.

  • Padronização do Linux e melhoria do sistema como plataforma de desenvolvimento.

  • Oferecimento de um forum neutro para colaboração e promoção do Linux.


O que dá legitimidade para esta iniciativa é o número e a qualidade das corporações que colaboram com a iniciativa. Segue uma lista (incompleta) de membros:

  • Membros Platina - HP, IBM, Intel e Oracle.

  • Membros Ouro - AMD, Cisco, Motorola, Siemens e Sun.

  • Membros Prata - Dell, Google, Nokia e Redhat.


Segundo John C. Dvorak, colunista da revista PC Magazine, a união em torno da padronização é um importante passo na direção de diminuir a confusão causada pelo grande número de distribuições do Linux, onde as principais se revezam na liderança das preferências dos usuários. Nas palavras do colunista:
"No final das contas, ninguém gosta da crescente mão pesada da Microsoft. Em um interminável chilique paranóico, a Microsoft faz seu sistema operacional 'ligar para casa' freq

Sunday, January 21, 2007

O Custo de Proteção de Conteúdo do Windows Vista

Em meados de janeiro de 2007, Peter Gutmann, um especialista neo-zelandês em segurança, lançou um artigo público sobre o custo agregado das iniciativas de suporte ao DRM (Digital Rights Management, ou Gerenciamento de Direitos Digitais) implantados no Windows Vista, a mais nova versão do sistema operacional da Microsoft. Tenho acompanhado as repercussões do artigo, e também outras publicações que falam dos extremos que a Microsoft trilhou para proteger os direitos dos provedores de conteúdo, notadamente de Hollywood com suas produções milionárias. Segue um breve histórico das desavenças dos provedores de conteúdo multimídia com as inovações tecnológicas.

Décadas de 70/80 - Com o lançamento da fita cassete, todo mundo podia gravar seus discos em fita e compartilhar com seus amigos. As gravadoras chiaram, mas seus lucros continuaram crescendo.

Décadas de 80/90 - Na era do videocassete e das fitas VHS, foi a indústria de filmes que anunciou sua eventual ruína, porém eles sobreviveram e fizeram filmes cada vez mais caros. No final dos anos 80 e início dos anos 90 a música digital passou a dominar o mercado com o lançamento do CD. Em meados dos anos 90, o formato MP3 e o lançamento de protocolos de compartilhamento de arquivos (o pioneiro sendo o Napster) botou a indústria em polvorosa. Ah, os lucros continuaram na ascendente...

Décadas de 90/2000 - Aprendendo com o caso do CD, o lançamento dos filmes digitais em DVD veio cercado por uma tecnologia de criptografia que impediria a pirataria, mas, para grande decepção dos provedores de conteúdo, a criptografia era fraca e pôde ser quebrada em pouquíssimo tempo. Mesmo que ela não tivesse sido quebrada, haveria a possibilidade de capturar as telas de exibição do filme e gerar cópias digitais sem as restrições da criptografia. O problema se agravou para a indústria quando as conexões de banda larga passaram a crescer e o protocolo de compartilhamento BitTorrent foi lançado. A primeira reação contra a quebra da criptografia no DVD veio na forma de legislação em 1998 com o DMCA (Digital Millenium Copyright Act, ou Ato de Copyright do Milênio Digital), um fruto do lobby de Hollywood no congresso americano. Por esta legislação, ficou ilegal a quebra de proteções anti-cópia, mesmo que para uso próprio. Vale salientar que o rip de CDs para MP3 continuou legal, pois não há quebra de criptografia no processo.

Década de 2000 - A novidade na área de filmes são o conteúdo de alta definição, representado pelas mídias em formato HD-DVD e Blu-Ray. A grande novidade destas mídias é o uso de criptografia forte não só na mídia de distribuição, mas em todos os caminhos entre a mídia e o monitor de exibição do conteúdo. Teoricamente o acesso ao conteúdo digital criptografado só é possível se todas as peças de hardware entre a mídia e o monitor souberem estabelecer uma conexão criptografada entre cada par de dispositivos. Para entender melhor o problema, é preciso ler o artigo completo, mas segue um resumo dos principais tópicos considerados na avaliação do custo adicional para a indústria de computadores, portanto, para o consumidor final, ao migrar para o Windows Vista:

  • O Windows vista só permite o tráfego de conteúdo protegido por dispositivos que sejam também protegidos. Assim, se você comprar um HD-DVD Player, mas não tiver uma placa de vídeo que entenda HDCP (o protocolo de criptografia do conteúdo de alta-definição), você não conseguirá ver o vídeo, ou então terá a qualidade do sinal deliberadamente embaçada (pelo próprio Windows ou pela placa de vídeo) para evitar que uma cópia do conteúdo seja feita com qualidade. O mesmo acontece com o áudio. E mais, se você assistir a um conteúdo de alta definição ao mesmo tempo em que navega na internet e ouve um CD, todos os aplicativos ficarão com a mesma perda de qualidade mesmo que não sejam de alta definição.

  • Para evitar a criação de drivers virtuais que tentem levar o windows a alimentar conteúdo de alta definição descriptografado para eles, o Windows exige que certos detalhes de identificação do hardware sejam mantidos em sigilo pelo fabricante. Esta restrição de informações dificulta ou mesmo inviabiliza a criação de drivers de fonte aberta para o uso deste hardware em sistemas operacionais abertos como o Linux.

  • Embora haja muitos fabricantes de placas de vídeo e de som, o número de fabricantes dos principais chips empregados nesses dispositivos, chamados de chipset, é bem menor. Assim, quando não se tinha o driver para uma determinada placa, era possível ir no site do fabricante do chipset e baixar um driver genérico que funcionava bem para quase qualquer dispositivo que usasse aquele chipset. Com o Windows Vista, cada dispositivo de hardware precisa ser univocamente detectado e, para abrir uma conexão criptografada com o Windows, precisa possuir uma chave que é adquirida junto à entidade global que controla a liberação destas chaves. Existe uma licença anual que precisa ser paga pelo fabricante para manter o registro das chaves. Em caso de falência, ou inadimplência do fabricante, a chave usada pelo hardware poderá ser revogada e esta informação estará presente nas novas mídias de alta definição produzidas, que não funcionariam mais no hardware revogado. A revogação pode ainda ocorrer se a Microsoft considerar que a segurança do dispositivo não for forte o suficiente, nesta condição, a empresa deverá obrigatoriamente lançar um driver atualizado sob pena de ter a chave de seu hardware listado entre as listas de chaves revogadas.


Bom, estes são os principais pontos abordados pelo artigo, mas existem diversos outros para quem tiver a paciência de ler o artigo na íntegra. O fato é que a Microsoft está levando muito a sério esta questão de proteção dos direitos dos provedores de conteúdo e está usando seu monopólio nos sistemas operacionais para forçar os fabricantes de hardware a seguirem a direção imposta por eles. O uso de criptografia forte em toda etapa do caminho se reflete em custos ao longo do caminho. Os processadores (do micro e da placa de vídeo) vão gastar tempo criptografando e descriptografando os dados, verificações de segurança ocorrem cerca de 30 vezes por segundo neste processo e conexões com criptografia precisam ser estabelecidas a cada etapa de trânsito dos dados de alta definição pelo sistema. Em última instância, quem está pagando por tudo isso é o consumidor que precisará trocar o seu hardware atual para um que entenda HD (alta definição), arcar com os custos de hardwares mais caros visto que os processadores envolvidos precisarão ser mais poderosos para poderem fazer o que já faziam anteriormente além dos ciclos de criptografia/descriptografia ao longo do caminho. Tudo isso somado ao risco do fabricante de seu hardware tiver problemas financeiros ou de segurança que o leve a ter suas chaves de criptografia revogados pela entidade de controle.

Por estes motivos, é necessário pensar duas vezes antes de migrar para o Windows Vista e para as tecnologias de alta definição. Convém esperar um pouco uma vez que as regras gerais de interoperabilidade e controle das listas de chaves revogadas não está plenamente funcional. Eu certamente vou ficar com o velho Windows XP por mais um tempinho. Se o dinheiro permitir, talvez meu próximo PC seja um Apple...