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Saturday, October 24, 2009

iPod Touch - Razões Para Fazer o Upgrade

ipod_touch.pngAproveitei minhas férias em Londres para comprar o novo iPod Touch de 64GB. Eu tinha ainda um iPod Touch de 16 GB de primeira geração que preferi substituir por duas razões principais: falta de espaço em disco para abrigar toda a minha biblioteca do iTunes e falta de suporte a microfone para eu poder usar o aplicativo Skype nele.

Após comprar o novo dispositivo, descobri uma série de novos recursos que resolvi compartilhar aqui no Blog. Assim, segue uma lista de razões por que fazer o upgrade faz sentido:


  • O novo iPod apresenta versões com muito mais memória como as de 32 GB e 64GB. Isto é ótimo para colocar seu álbum de fotos completo no iPod sem falar nos podcasts de áudio e video que só fazem crescer.

  • Esta geração vem com suporte a headphones com microfone e controle remoto integrados e, inclusive, o headphone que acompanha o aparelho vem com estes recursos. Assim, é possível dar play, pause, aumentar ou reduzir o volume além de poder avançar ou retroceder entre músicas e também na mesma música usando os controles no headphone. Isto é ótimo quando se está no metrô ou na rua e você não quer sacar o iPod do bolso e virar alvo de roubos e furtos.

  • O novo iPod touch inclui uma forma de descobrir sua localização em programas usando exclusivamente recursos da conexão WiFi. Isto significa que, mesmo sem possuir um GPS, o iPod Touch novo é capaz de dar a sua posição no Google Maps, por exemplo, desde que você esteja logado em uma rede WiFi mapeada. Na maioria das vezes que tentei utilizar o recurso, ele conseguiu me localizar com precisão no mapa. é experimentar para ver.

  • Outro recurso que eu não esperava no novo iPod quando o comprei foi a possibilidade de dar comandos de voz para ele. Usando o microfone do headset, fui capaz de instruí-lo para fazer um shuffle das músicas, avançar e retroceder faixas, tocar um álbum, uma playlist ou um artista específico. Embora bem vindo, não consigo usar este recurso na rua com receio de parecer pedante ou mesmo maluco! As possibilidades são muito interessantes para aplicativos, vamos ver o que vem por aí.


A propósito, eu lhes falei que estou usando o Skype com este novo iPod? :-)

Sunday, October 28, 2007

Usando Smart Playlists Para Classificar Músicas no iPod

Se você, usuário de iPod, for como eu, tem uma pilha de músicas MP3 e a maioria ainda não está classificada segundo seu gosto pessoal. O iPod permite classificar as músicas com uma a cinco estrelas. Se você ainda não classificou nenhuma música, todas devem aparecer sem estrela alguma no campo classificação (rating).


O campo rating é, por sua vez, utilizado para gerar a smart playlist (lista inteligente de músicas a tocar) "My Top Rated". Em uma smart playlist, é possível selecionar um conjunto de músicas de acordo com diversos critérios de seleção sobre seus metadados, por exemplo, qualquer campo do ID3 dos arquivos MP3 ou o próprio campo ratings do iPod+iTunes. Em particular, a smart playlist "My Top Rated" seleciona todas as músicas da coleção iTunes que possuem uma classificação maior que 3 estrelas, ou seja, todas as músicas com 4 ou 5 estrelas. Se você é uma pessoa organizada e meticulosa, encontrará muito prazer ao tocar esta smart playlist em uma festa ou encontro social, porém classificar cada música em seu iPod é um trabalho que pode ser bastante tedioso, especialmente se você pretende fazê-lo direto em seu iPod e não no iTunes.


Dia desses eu ouvi no podcast Windows Weekly With Paul Thurrott uma dica excelente sobre como usar o recurso smart playlist para selecionar todas as músicas sem classificação (sem estrelas). Com tal playlist, é possível ouvir somente aquelas músicas que não foram classificadas e ir, aos poucos, melhorando o nível de informação sobre as músicas de forma a tirar melhor proveito dos recursos de seleção do iPod/iTunes.


Para criar uma smart playlist no iTunes que seleciona todas as músicas não classificadas, selecione a opção de menu File ? New Smart Playlist e, na janela que aparecer, use as configurações que aparecem na Figura abaixo. Por último, dê um nome para esta playlist, eu sugiro "Unrated".


UnratedSmartPlaylist.png
Criação da smart playlist Unrated



Uma segunda dica que deixo neste post é que reservo a classificação de 1 estrela para marcar aquelas músicas que pretendo excluir do iTunes. Após fazer uma sincronização do iPod com o iTunes, eu peço para ordenar minha biblioteca de músicas em ordem de classificação (rating), seleciono todas aquelas com uma única estrela e então as excluo da biblioteca. Esta metodologia de exclusão de músicas é especialmente importante para mim porque tenho o hábito de, ao comprar novos CDs, fazer seu rip para o iTunes e escutar primeiro no meu iPod. Como dificilmente ocorre de eu gostar de todas as músicas de um CD, ter uma forma de selecionar músicas a excluir é fundamental para reduzir o espaço em disco utilizado pela minha biblioteca.




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Sunday, April 15, 2007

Abby Ahmad

CD RearviewAbby Ahmad é o nome de uma cantora/compositora que descobri neste sábado ao assistir o filme The Guardian, cujo título em português é um excelente exemplo de uma má tradução: Anjos da Vida - Mais Bravos que o Mar. O filme em si não é grande coisa. é mais uma das produções de Kevin Costner que não saiu exatamente como o previsto, mas uma das músicas do filme me chamou a atenção: Tri-Me, de Abby Ahmad.

Infelizmente seu CD Rearview não é barato para comprar, são US$ 13.97 no CdBaby.com. A boa notícia é que seu site oficial tem algumas músicas em formato MP3 gratuitas para download. A música do filme, Tri-Me, não está disponível para download, mas você pode ouví-la gratuitamente no site da artista no myspace. Para quem gosta de músicas acústicas, com instrumentos bem tocados e uma voz afinada, definitivamente recomendo esta cantora.

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Monday, March 26, 2007

Whitesnake Unplugged

Ontem fiz algo que não fazia há muito tempo, ouvir rádio no meu carro. Tenho ainda um velho toca-fitas no carro e, com a ajuda de uma fita especial que se liga como um headphone no meu iPod, tenho sempre ouvido minhas coleções de música ou então os diversos podcasts que assino. Pois bem, a minha sintonia no rádio valeu a pena e acabei descobrindo uma excelente versão acústica do sucesso "Love ain't no Stranger" do saudoso Whitesnake. Após algumas pesquisas na rede, descobri que a música é parte integrante do CD/DVD "Starkers in Tokyo". O show é feito no estilo "Unplugged" da MTV e só estão presentes o David Coverdale (vocalista) e o Adrian Vandenberg (violão). Para quem é (ou foi) fã do Whitesnake, é uma compra recomendada!

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Sunday, January 21, 2007

O Custo de Proteção de Conteúdo do Windows Vista

Em meados de janeiro de 2007, Peter Gutmann, um especialista neo-zelandês em segurança, lançou um artigo público sobre o custo agregado das iniciativas de suporte ao DRM (Digital Rights Management, ou Gerenciamento de Direitos Digitais) implantados no Windows Vista, a mais nova versão do sistema operacional da Microsoft. Tenho acompanhado as repercussões do artigo, e também outras publicações que falam dos extremos que a Microsoft trilhou para proteger os direitos dos provedores de conteúdo, notadamente de Hollywood com suas produções milionárias. Segue um breve histórico das desavenças dos provedores de conteúdo multimídia com as inovações tecnológicas.

Décadas de 70/80 - Com o lançamento da fita cassete, todo mundo podia gravar seus discos em fita e compartilhar com seus amigos. As gravadoras chiaram, mas seus lucros continuaram crescendo.

Décadas de 80/90 - Na era do videocassete e das fitas VHS, foi a indústria de filmes que anunciou sua eventual ruína, porém eles sobreviveram e fizeram filmes cada vez mais caros. No final dos anos 80 e início dos anos 90 a música digital passou a dominar o mercado com o lançamento do CD. Em meados dos anos 90, o formato MP3 e o lançamento de protocolos de compartilhamento de arquivos (o pioneiro sendo o Napster) botou a indústria em polvorosa. Ah, os lucros continuaram na ascendente...

Décadas de 90/2000 - Aprendendo com o caso do CD, o lançamento dos filmes digitais em DVD veio cercado por uma tecnologia de criptografia que impediria a pirataria, mas, para grande decepção dos provedores de conteúdo, a criptografia era fraca e pôde ser quebrada em pouquíssimo tempo. Mesmo que ela não tivesse sido quebrada, haveria a possibilidade de capturar as telas de exibição do filme e gerar cópias digitais sem as restrições da criptografia. O problema se agravou para a indústria quando as conexões de banda larga passaram a crescer e o protocolo de compartilhamento BitTorrent foi lançado. A primeira reação contra a quebra da criptografia no DVD veio na forma de legislação em 1998 com o DMCA (Digital Millenium Copyright Act, ou Ato de Copyright do Milênio Digital), um fruto do lobby de Hollywood no congresso americano. Por esta legislação, ficou ilegal a quebra de proteções anti-cópia, mesmo que para uso próprio. Vale salientar que o rip de CDs para MP3 continuou legal, pois não há quebra de criptografia no processo.

Década de 2000 - A novidade na área de filmes são o conteúdo de alta definição, representado pelas mídias em formato HD-DVD e Blu-Ray. A grande novidade destas mídias é o uso de criptografia forte não só na mídia de distribuição, mas em todos os caminhos entre a mídia e o monitor de exibição do conteúdo. Teoricamente o acesso ao conteúdo digital criptografado só é possível se todas as peças de hardware entre a mídia e o monitor souberem estabelecer uma conexão criptografada entre cada par de dispositivos. Para entender melhor o problema, é preciso ler o artigo completo, mas segue um resumo dos principais tópicos considerados na avaliação do custo adicional para a indústria de computadores, portanto, para o consumidor final, ao migrar para o Windows Vista:

  • O Windows vista só permite o tráfego de conteúdo protegido por dispositivos que sejam também protegidos. Assim, se você comprar um HD-DVD Player, mas não tiver uma placa de vídeo que entenda HDCP (o protocolo de criptografia do conteúdo de alta-definição), você não conseguirá ver o vídeo, ou então terá a qualidade do sinal deliberadamente embaçada (pelo próprio Windows ou pela placa de vídeo) para evitar que uma cópia do conteúdo seja feita com qualidade. O mesmo acontece com o áudio. E mais, se você assistir a um conteúdo de alta definição ao mesmo tempo em que navega na internet e ouve um CD, todos os aplicativos ficarão com a mesma perda de qualidade mesmo que não sejam de alta definição.

  • Para evitar a criação de drivers virtuais que tentem levar o windows a alimentar conteúdo de alta definição descriptografado para eles, o Windows exige que certos detalhes de identificação do hardware sejam mantidos em sigilo pelo fabricante. Esta restrição de informações dificulta ou mesmo inviabiliza a criação de drivers de fonte aberta para o uso deste hardware em sistemas operacionais abertos como o Linux.

  • Embora haja muitos fabricantes de placas de vídeo e de som, o número de fabricantes dos principais chips empregados nesses dispositivos, chamados de chipset, é bem menor. Assim, quando não se tinha o driver para uma determinada placa, era possível ir no site do fabricante do chipset e baixar um driver genérico que funcionava bem para quase qualquer dispositivo que usasse aquele chipset. Com o Windows Vista, cada dispositivo de hardware precisa ser univocamente detectado e, para abrir uma conexão criptografada com o Windows, precisa possuir uma chave que é adquirida junto à entidade global que controla a liberação destas chaves. Existe uma licença anual que precisa ser paga pelo fabricante para manter o registro das chaves. Em caso de falência, ou inadimplência do fabricante, a chave usada pelo hardware poderá ser revogada e esta informação estará presente nas novas mídias de alta definição produzidas, que não funcionariam mais no hardware revogado. A revogação pode ainda ocorrer se a Microsoft considerar que a segurança do dispositivo não for forte o suficiente, nesta condição, a empresa deverá obrigatoriamente lançar um driver atualizado sob pena de ter a chave de seu hardware listado entre as listas de chaves revogadas.


Bom, estes são os principais pontos abordados pelo artigo, mas existem diversos outros para quem tiver a paciência de ler o artigo na íntegra. O fato é que a Microsoft está levando muito a sério esta questão de proteção dos direitos dos provedores de conteúdo e está usando seu monopólio nos sistemas operacionais para forçar os fabricantes de hardware a seguirem a direção imposta por eles. O uso de criptografia forte em toda etapa do caminho se reflete em custos ao longo do caminho. Os processadores (do micro e da placa de vídeo) vão gastar tempo criptografando e descriptografando os dados, verificações de segurança ocorrem cerca de 30 vezes por segundo neste processo e conexões com criptografia precisam ser estabelecidas a cada etapa de trânsito dos dados de alta definição pelo sistema. Em última instância, quem está pagando por tudo isso é o consumidor que precisará trocar o seu hardware atual para um que entenda HD (alta definição), arcar com os custos de hardwares mais caros visto que os processadores envolvidos precisarão ser mais poderosos para poderem fazer o que já faziam anteriormente além dos ciclos de criptografia/descriptografia ao longo do caminho. Tudo isso somado ao risco do fabricante de seu hardware tiver problemas financeiros ou de segurança que o leve a ter suas chaves de criptografia revogados pela entidade de controle.

Por estes motivos, é necessário pensar duas vezes antes de migrar para o Windows Vista e para as tecnologias de alta definição. Convém esperar um pouco uma vez que as regras gerais de interoperabilidade e controle das listas de chaves revogadas não está plenamente funcional. Eu certamente vou ficar com o velho Windows XP por mais um tempinho. Se o dinheiro permitir, talvez meu próximo PC seja um Apple...

Monday, December 5, 2005

Singles, Pearl Jam e Mudhoney

Singles (1992)
Ontem eu revi o filme "Singles" (Vida de Solteiro, 1992) de Cameron Crowe e pude observar umas coisas que passaram despercebidas em todas as vezes anteriores que eu vi a película. Eis algumas das constatações que fiz:


  • Tirando o Cliff (personagem de Matt Dillon), todos os integrantes da banda fictícia Citizen Dick do filme são, na verdade, integrantes do Pearl Jam: Eddie Vedder, Jeff Ament e Stone Gossard (seus nomes são os mesmos no filme).

  • A música "Touch me I'm Dick", é uma adaptação da música "Touch me I'm Sick" do Mudhoney, banda que abriu os shows do Pearl Jam no Brasil

  • O nome da banda Mudhoney aparece pelo menos duas vezes no filme: uma vez em um cartaz num poste, outra na camiseta do Steve (Campbell Scott) quando ele estava na casa da Linda (Kyra Sedgwick).



Como pude perceber, as duas bandas são contemporâneas e compartilham, pelo menos, um histórico de participação em um filme de Cameron Crowe. Isto me leva a crer que o Pearl Jam está, de fato, dando uma ajuda à banda dos amigos do Mudhoney. Pena que eles não tem o talento necessário para manter a trajetória ascendente.

Saturday, December 3, 2005

Pearl Jam - Eu Fui!

No show do Pearl JamPessoal, agora são quase duas da manhã do dia 4 de dezembro, domingo. Acabo de voltar do show do Pearl Jam que foi simplesmente um arraso. Chegamos por lá antes de os portões abrirem e pegamos uma fila imensa que dava voltas em toda a praça em frente à entrada principal do Pacaembú. Depois de abertos os portões, a fila andou rapidamente, sem confusões e essa foi a tônica durante o show, sem incidentes de violência, uma grande festa do Rock.

Dez minutos antes do horário previsto, 18:30, teve início o show da banda Mudhoney. O som do pessoal é legal mas as letras são de uma falta de inspiração muito grande. Perdoem-me os fãs, mas acho que o Mudhoney é o equivalente americano de CPM-22 e Detonautas. Felizmente a banda tocou apenas umas quatro músicas e depois liberou o palco para o Pearl Jam.

O show do Pearl Jam também começou 10 minutos antes do previsto. No repertório, muitas músicas dos álbuns "Lost Dogs" e "Riot Act" e também diversas canções mais antigas como "Jeremy", "Even Flow", "Daughter" e "Alive". Também teve tempo para a música "You've Got to Hide Your Love Away" dos Beatles cantada apenas com voz violão e gaita (100% Eddie Veder) e "I Believe in Miracles" do Ramones, um homenagem póstuma a Joey Ramone, falecido em Abril de 2001 de um Linfoma.

O que foi realmente impressionante durante o show foi a participação do público. Por duas vezes o Eddie disse que o show da véspera tinha sido bom, mas que este estava bem melhor. Em todas as baladas, os fumantes acendiam seus isqueiros formando um "céu estrelado" na pista e arquibancadas enquanto os não fumantes abriam seus celulares exibindo luzes multicoloridas fazendo um contraste na iluminação. Foi a primeira vez que vi tal uso do celular, gostei.

Depois do 2

Thursday, December 1, 2005

Pearl Jam em São Paulo

Pearl Jam 2005

Caros Leitores,

é com muita satisfação que informo que estarei indisponível neste final de semana pois irei a São Paulo para aproveitar o show do Pearl Jam no Pacaembú. Estarei indo no show do sábado. Para os desavisados, a hora de início do show foi antecipado em 30 mins. Os portões abrem às 15h, o show da banda Mudhoney começa às 18:30 e o do Pearl Jam, somente às 19:30. Estarei indo de excursão para o evento partindo de... pasmem, Guaratinguetá. Estou aproveitando a ocasião para visitar meu irmão que estuda na FEG.

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Wednesday, October 19, 2005

Patrícia Marx na Fnac Campinas

Foto tirada com meu Palm Zire 72Hoje fui no shopping Parque Dom Pedro em Campinas/SP buscar um computador para consertar. Como de praxe, acabei na Fnac para ver as novidades. Me surpreendi quando fiquei sabendo pelos alto falantes da loja que a Patrícia Marx (aquela ex trem da alegria) estava para se apresentar. Sentei no Frans Café e assisti o pocket show (como são chamados os mini-shows da Fnac) ao sabor de pão de queijo e capuccino. A foto ao lado foi tirada no meu Palm durante o show.

Segundo a artista, o pocket show mostra um pouco do trabalho feito em um disco lançado pela trama no início do ano. Ela buscou inspiração na Inglaterra após morar um ano por lá. O resultado é um som eletrônico alimentado por dois iMacs e um DJ (ou será MP3J?) e cantado por ela.

O veredito? Achei muito igual a tudo que tenho ouvido por aí. Ela certamente tem facilidade de cantar, sua voz sai sem esforço, mas achei sem potência, sem o brilho que a diferenciaria na multidão. Não sei se a culpa foi da qualidade do som na Fnac ou foi mesmo culpa dela. Achei que foi um bom acompanhamento para meu café, mas não vou comprar o CD. Para saber mais sobre a P. Marx, visite seu site no trama. Vai ser necessário usar o Internet Explorer, pois a página não se apresenta bem no Firefox (mais um defeito....).