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Friday, March 4, 2011

Upgrade do HD do meu MacBook Pro Unibody

Há algum tempo pensei em fazer um upgrade no meu MacBook Pro unibody de 13'' (mid 2009) substituindo meu velho HD Sata 2 de 250GB por um SSD para melhorar o desempenho do sistema. Essa vontade só aumentou depois que vi o desempenho do MacBook Pro que meu pai comprou para ele já com SSD de fábrica (128GB). Fiquei abismado com a velocidade de boot, shutdown e de carga dos aplicativos que simplesmente demoravam bem mais no meu Mac, muito embora meu Mac seja bem mais rápido que o Windows no notebook do trabalho, mas isso é uma outra história...

O que me fez esperar para realizar o upgrade foi o alto preço destes dispositivos e sua relativa baixa capacidade de armazenamento. Finalmente o preço destes dispositivos baixou o suficiente para que eu pudesse comprar um SSD de capacidade e preço aceitáveis. Os modelos de SSD mais cobiçados no mercado parecem ser os da Intel e da Corsair e seus preços refletem esta noção. Também fiquei tentado em comprar um drive híbrido da Seagate que sairia bem mais barato e com alguns benefícios do SSD, mas decidi que se minha expectativa era ter um desempenho do SSD, eu deveria comprar um e acabei optando por um Kingston SSD Now V100 de 256GB que adquiri no Mercado Livre.


Me senti preparado para fazer o upgrade pessoalmente após consultar o manual relevante no site iFixIt.com, uma referência para consertos e upgrades no mundo da maçã. Por lá, descobri que eu precisava de uma chave Philips #00 e uma chave Torx T6 para fazer o serviço. De posse do SSD e das ferramentas, fui adiante com o serviço. Todo o processo levou várias horas (restaurar 160GB em um disco novo via rede não é bolinho), mas enfim estou com o disco atualizado. Escreverei atualizações sobre os resultados como comentários neste post. Segue um conjunto de fotos da empreitada.










Thursday, January 20, 2011

Samsung Galaxy S - Primeiras Impressões

Troquei recentemente meu celular Nexus One pelo novo Samsung Galaxy S (SGS). Fiz a troca após experimentar a velocidade do SGS, a precisão da sensibilidade ao toque e a fluidez do Multitouch ao fazer zoom-in e zoom-out de fotos e páginas web. Outra razão que me levou a mudar de HTC para Samsung é que o sucessor do Nexus One é fabricado pela Samsung e se chama Nexus S. Acredito que se o Google escolheu a Samsung para construir seu novo celular Android de referência, ela deve estar na vanguarda tecnológica em termos deste novo sistema operacional.

Idealmente eu pensaria em migrar do Nexus One para o Nexus S, mas a falta de capacidade de expandir a memória do Nexus S com um cartão micro SD me levou a desistir dele.

Comprei o meu em uma revenda Vivo chamada Comm Center. Como eu paguei o preço integral pelo celular, eu o desbloqueei na hora da compra para que funcionasse com meu chip Oi. Até o momento estou bastante satisfeito com a troca, mas é claro que nem tudo são flores.

Descobri rapidamente que o GPS do Galaxy S é uma droga. Ele é tão problemático que quase inviabilizou que eu usasse o modo de navegação do Google Maps como GPS do carro. Eu fazia isso tranquilamente com o Nexus One. Achei que era um problema com a versão do sistema operacional e daí resolvi fazer a atualização dele com o software que acompanha o celular chamado Samsung Kies. Minha conclusão é que toda essa infra-estrutura de comunicação com o celular depende de um conjunto de protocolos de comunicação USB muito frágeis e quase passei uma noite em claro tentando fazer os drivers USB serem instalados com sucesso.

Consegui inicialmente uma boa comunicação com o celular via Mac, mas a versão do Kies para Mac não suporta o Galaxy S e com aplicativos de terceiros consegui colocar o SGS em modo de download mas não atualizar o firmware. Na enésima tentativa com o Windows eu finalmente consegui com que o celular fosse detectado com sucesso com o Kies. Uma vez instalado corretamente, ele fez a atualização do sistema operacional para o Froyo (Android 2.2), mas o problema do GPS continuou.

No final das contas, apesar do problema do GPS, eu considero que valeu a pena a mudança de celular, mas não posso me desfazer do meu velho GPS Aires do carro ainda...


Monday, December 20, 2010

Suporte de Leitura e Escrita NTFS no Mac

Hoje precisei configurar meu Mac para ler e escrever uma partição NTFS em um disco externo conectado via USB. O Mac OS X Snow Leopard vem com suporte nativo apenas para leitura de partições NTFS. Eu já havia configurado o acesso de leitura e escrita no passado, mas tive que reaprender pois já não lembrava mais como havia feito isso antes. Assim, resolvi escrever a solução aqui no blog para referências futuras e também como serviço aos colegas internautas.

O segredo para dar este suporte é um projeto Google chamado MacFUSE que implementa uma API para criação de drivers de suporte a sistemas de arquivos que rodam com permissão de usuários comuns no Mac OS X. Em conjunto com driver open source NTFS-3G, é possível ler e escrever partições NTFS em seu Mac.

As instruções de instalação são bastante simples:

  1. Faça o download e instale o MacFUSE.
  2. Faça o download e instale o NTFS-3G para Mac OS X.
  3. Reinicie seu Mac.

Espero que estas dicas sejam úteis para você!


MacBook Air Comprado em Madeireira!

Alguns dias atrás eu estava visitando o novo Shopping Iguatemi de Brasília e vi uma simpática loja de produtos Apple e Apple-compatíveis chamada iPlace.

A loja já tinha à venda os novos notebooks MacBook Air e, após brincar um pouco com o modelo de 11'' com SSD de 128GB, o vendedor me informou que estava havendo uma promoção de inauguração e o MacBook sairia com um desconto de R$ 300,00 (cerca de 8%) com parcelamento em 10 vezes sem juros. Não resisti e acabei comprando este netbook turbinado.

A parte curiosa desta história aconteceu quando cheguei em casa e fui guardar a nota fiscal após um prazeiroso "unboxing" do novo brinquedo: a razão social da iPlace se chama "Madeireira Herval LTDA". Fiquei só imaginando como uma madeireira virou uma revenda de produtos Apple e as diversas transformações no contrato social que a permitiram mudar de ramo de forma tão extrema. Ah se o Steve Jobs descobre esta...


Wednesday, January 27, 2010

E o iPad Vem Aí

Hoje a apple lançou mais um produto da família Apple: o iPad. A maneira mais simples de descrevê-lo é que se trata de um iPod Touch aumentado com chassi de MacBook Pro.
Veja por si mesmo e tire suas conclusões: existe um vídeo muito bom de apresentação do iPad no site da Apple.
Os preços começam em 499 dólares pela versão de 16GB. Há ainda as versões de 32GB e 64GB. Em termos de conectividade haverá duas versões para cada aparelho: WiFi e WiFi + 3G. O iPad ainda não está à venda, o prazo para o lançamento da versão WiFi é março de 2010.
Agora é esperar para ver se ele realmente tem 10 horas de bateria como foi afirmado (na verdade disseram até 10 horas de bateria) e se é tão rápido de operar quanto os vídeos mostram. Lembre-se, há sempre um custo a se pagar por ser pioneiro. Tome por exemplo o iPhone original, era muito mais caro que a segunda iteração, não tinha 3G nem GPS. Recomendo cautela antes de comprar.

Leia mais:
Página Apple Sobre o iPad
Apple iPad no CNET
Steve Jobs apresentando o iPad (NY Post)
Apple Divulga Detalhes Sobre o iPad (O Globo)


Wednesday, November 25, 2009

Apple Store do Brasil Embarca no Black Friday

Uma tradição dos lojistas americanos é dar grandes descontos nas lojas na sexta-feira após o feriado de ação de graças, o Thanksgiving. Este dia de promoções ficou conhecido como Black Friday, ou sexta-feira negra.

Recebi recentemente um e-mail da Apple Store me convidando para visitar a loja virtual nesta sexta-feira porque encontrarei "várias idéias de iPods, iPhones e Macs para dar de presente."

Cautelosamente, a Apple não fala em promoção em nenhum momento do seu anúncio, mas a sugestão de "Um dia de compras da Apple" nesta sexta-feira é bastante sugestiva. Vejam o teaser do evento neste link.


Saturday, October 24, 2009

iPod Touch - Razões Para Fazer o Upgrade

ipod_touch.pngAproveitei minhas férias em Londres para comprar o novo iPod Touch de 64GB. Eu tinha ainda um iPod Touch de 16 GB de primeira geração que preferi substituir por duas razões principais: falta de espaço em disco para abrigar toda a minha biblioteca do iTunes e falta de suporte a microfone para eu poder usar o aplicativo Skype nele.

Após comprar o novo dispositivo, descobri uma série de novos recursos que resolvi compartilhar aqui no Blog. Assim, segue uma lista de razões por que fazer o upgrade faz sentido:


  • O novo iPod apresenta versões com muito mais memória como as de 32 GB e 64GB. Isto é ótimo para colocar seu álbum de fotos completo no iPod sem falar nos podcasts de áudio e video que só fazem crescer.

  • Esta geração vem com suporte a headphones com microfone e controle remoto integrados e, inclusive, o headphone que acompanha o aparelho vem com estes recursos. Assim, é possível dar play, pause, aumentar ou reduzir o volume além de poder avançar ou retroceder entre músicas e também na mesma música usando os controles no headphone. Isto é ótimo quando se está no metrô ou na rua e você não quer sacar o iPod do bolso e virar alvo de roubos e furtos.

  • O novo iPod touch inclui uma forma de descobrir sua localização em programas usando exclusivamente recursos da conexão WiFi. Isto significa que, mesmo sem possuir um GPS, o iPod Touch novo é capaz de dar a sua posição no Google Maps, por exemplo, desde que você esteja logado em uma rede WiFi mapeada. Na maioria das vezes que tentei utilizar o recurso, ele conseguiu me localizar com precisão no mapa. é experimentar para ver.

  • Outro recurso que eu não esperava no novo iPod quando o comprei foi a possibilidade de dar comandos de voz para ele. Usando o microfone do headset, fui capaz de instruí-lo para fazer um shuffle das músicas, avançar e retroceder faixas, tocar um álbum, uma playlist ou um artista específico. Embora bem vindo, não consigo usar este recurso na rua com receio de parecer pedante ou mesmo maluco! As possibilidades são muito interessantes para aplicativos, vamos ver o que vem por aí.


A propósito, eu lhes falei que estou usando o Skype com este novo iPod? :-)

Sunday, July 26, 2009

Logitech VX 220 - Primeiras Impressões

[caption id="attachment_256" align="alignnone" width="163" caption="Logitech VX 220"]Logitech VX 220[/caption]

Há aproximadamente 30 dias eu comprei o mouse sem fio Logitech VX 220 e tenho usado-o intensamente desde então. Conheci este mouse através de um colega de trabalho que me emprestou um durante alguns dias e gostei tanto que resolvi comprar um para mim.

Desde o começo, o mouse aparenta robustez e boa ergonometria. Ele possui dois botões e um scroll que também tem a função de um terceiro botão. Os sensores aparentam ser de alta definição pois o movimento do cursor é bastante fluido e preciso ao deslocar-se pela tela. O transmissor sem fio USB possui um bom alcance, mas recomendo usá-lo no mesmo lado em que o mouse será usado para um melhor desempenho.

Um ponto forte do mouse em termos de portabilidade é que transmissor USB encaixa-se embaixo do próprio mouse ao ser guardado. Um caminho em baixo relevo no transmissor move a chave de liga/desliga na parte inferior do mouse sempre que ele é encaixado economizando a bateria.

Talvez a maior falha do mouse é não vir com uma capa para protegê-lo de arranhões ao ser largado dentro da mochila, mas resolvi isto rapidamente comprando uma capa de câmera fotográfica de 20 reais que se adaptou bem ao conjunto mouse + transmissor USB. Para resumir, achei uma excelente compra e recomendo a quem estiver procurando um.

Wednesday, July 22, 2009

Inserindo Acentos em SMS no BlackBerry

[caption id="attachment_252" align="alignnone" width="240" caption="Foto por Franck Mahon"]Foto por Franck Mahon[/caption]

Com alguma freq

Tuesday, August 26, 2008

Minimizando Interferências no WiFi

Adquiri recentemente um aparelho de telefonia Skype que se conecta na rede via WiFi e tenho sentido uma instabilidade muito grande ao fazer ligações pelo aparelho. Não sei dizer exatamente a causa, possivelmente, mais de uma. As minhas principais suspeitas eram:

  • Má qualidade do serviço de telefonia via Skype.
  • Má qualidade de serviço do meu provedor de internet (Virtua 4Mbps).
  • Má qualidade do meu roteador (um Linksys WRT54GC ou um Linksys WRTP54G, tenho dois, que não uso ao mesmo tempo...).
  • Interferência de outras redes WiFi de vizinhos.

Não tenho como lidar com as 3 primeiras causas prováveis, mas, definitivamente, tenho como atuar na última, e é sobre esta experiência que escrevo este post.

Pois bem, sempre soube que havia muitas redes wifi nas minha imediações, pois as enxergo na lista de redes possíveis sempre que eu conecto na minha rede local, mas nunca configurei minha rede de forma a tentar minimizar a questão da interferência entre as redes.

Para quem não sabe, o espectro WiFi é formado por um conjunto de canais cujo número e larguras de banda variam de acordo com o país. Nos EUA e no Brasil, o espectro WiFi 802.11b (de 10Mbps) e 802.11g (54Mbps) possui 11 canais cujas freq

Saturday, December 1, 2007

Desbloqueando Seu Celular Claro

Recentemente, após muitos anos de ser cliente pós pago da operadora de telefonia celular Claro, me cansei dos constantes obstáculos impostos pela operadora na tentativa de me fazer migrar de meu velho plano em reais para um de minutos que acabei cancelando minhas duas linhas e fiquei com 3 celulares bloqueados na mão. Passei então pelo processo de desbloqueio que, obviamente, não é assim tão simples, por isso resolvi delinear o processo para quem esteja nesta situação. Os pré-requisitos para desbloquear seu celular claro são:



  • Ter comprado seu celular há mais de 1 ano.

  • Ter em mãos a nota fiscal de compra do aparelho.

  • Ter um chip GSM de outra operadora disponível.


O procedimento a tomar é o seguinte:



  1. Passe em uma loja da Claro. Não pode ser de uma autorizada, é preciso que a loja seja da Claro mesmo.

  2. Mostre o celular e a nota fiscal de compra ao atendente. Este irá anotar o IMEI e verificar a nota fiscal de compra e irá agendar o desbloqueio na central de relacionamento Claro (telefone 1052). Ele irá então grampear um papel com o número do protocolo de desbloqueio nas notas fiscais.

  3. 5 dias úteis após o agendamento, ligue para a central de relacionamento da Claro (telefone 1052, de fixo ou móvel) e informe o protocolo de desbloqueio de cada celular. O atendente então dará instruções de como efetuar o desbloqueio. No meu caso eu precisei ligar o aparelho com um chip de outra operadora dentro do aparelho.

  4. Certifique-se que o aparelho consegue se ligar à rede da outra operadora.


Se você está pensando hoje em comprar um celular, sugiro que compre um da Oi, pois estes já vem desbloqueados. Já passei tanta raiva com a Claro e a única razão porque não deixei de ser cliente da empresa antes era porque meu caro celular estava bloqueado. Acho que o tempo de celulares bloqueados já chegou ao fim e que as operadoras de telefonia celular devem manter seus clientes unicamente pela qualidade dos serviços e não porque você tem um hardware imprestável para outras operadoras.




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Sunday, October 28, 2007

Usando Smart Playlists Para Classificar Músicas no iPod

Se você, usuário de iPod, for como eu, tem uma pilha de músicas MP3 e a maioria ainda não está classificada segundo seu gosto pessoal. O iPod permite classificar as músicas com uma a cinco estrelas. Se você ainda não classificou nenhuma música, todas devem aparecer sem estrela alguma no campo classificação (rating).


O campo rating é, por sua vez, utilizado para gerar a smart playlist (lista inteligente de músicas a tocar) "My Top Rated". Em uma smart playlist, é possível selecionar um conjunto de músicas de acordo com diversos critérios de seleção sobre seus metadados, por exemplo, qualquer campo do ID3 dos arquivos MP3 ou o próprio campo ratings do iPod+iTunes. Em particular, a smart playlist "My Top Rated" seleciona todas as músicas da coleção iTunes que possuem uma classificação maior que 3 estrelas, ou seja, todas as músicas com 4 ou 5 estrelas. Se você é uma pessoa organizada e meticulosa, encontrará muito prazer ao tocar esta smart playlist em uma festa ou encontro social, porém classificar cada música em seu iPod é um trabalho que pode ser bastante tedioso, especialmente se você pretende fazê-lo direto em seu iPod e não no iTunes.


Dia desses eu ouvi no podcast Windows Weekly With Paul Thurrott uma dica excelente sobre como usar o recurso smart playlist para selecionar todas as músicas sem classificação (sem estrelas). Com tal playlist, é possível ouvir somente aquelas músicas que não foram classificadas e ir, aos poucos, melhorando o nível de informação sobre as músicas de forma a tirar melhor proveito dos recursos de seleção do iPod/iTunes.


Para criar uma smart playlist no iTunes que seleciona todas as músicas não classificadas, selecione a opção de menu File ? New Smart Playlist e, na janela que aparecer, use as configurações que aparecem na Figura abaixo. Por último, dê um nome para esta playlist, eu sugiro "Unrated".


UnratedSmartPlaylist.png
Criação da smart playlist Unrated



Uma segunda dica que deixo neste post é que reservo a classificação de 1 estrela para marcar aquelas músicas que pretendo excluir do iTunes. Após fazer uma sincronização do iPod com o iTunes, eu peço para ordenar minha biblioteca de músicas em ordem de classificação (rating), seleciono todas aquelas com uma única estrela e então as excluo da biblioteca. Esta metodologia de exclusão de músicas é especialmente importante para mim porque tenho o hábito de, ao comprar novos CDs, fazer seu rip para o iTunes e escutar primeiro no meu iPod. Como dificilmente ocorre de eu gostar de todas as músicas de um CD, ter uma forma de selecionar músicas a excluir é fundamental para reduzir o espaço em disco utilizado pela minha biblioteca.




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Wednesday, April 18, 2007

Gerando e Gravando imagens ISO de CDs usando o Windows

No final da semana passada fui contemplado no trabalho com um micro novo da Dell, um Optiplex 745. Até aí tudo bem, o problema ocorreu quando fui usar o gravador de CD para gerar um disco a partir de uma imagem ISO.

Aparentemente, o programa de gravação de CDs que veio com o sistema, o Roxio Creator LE Dell Edition, não tem a capacidade de gerar ou gravar imagens ISO de/para CDs. Procurei então por alternativas gratuitas de programas que fizessem isso e encontrei o utilitário ISO Recorder.

Este programa está disponível para o Windows XP, Server 2003 e Vista, ele se integra ao Windows Explorer adicionando opções de menu de geração e escrita de imagens ISO. O programa foi rápido de instalar e usar e, em pouco tempo, consegui queimar a imagem para CD. Espero que a dica seja útil para vocês.

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Thursday, April 12, 2007

Exportando Compromissos do Palm Para o Google Calendar

Sou um feliz usuário de Palms desde setembro de 1998. Comecei com um Palm III, passando pelo Palm Vx e hoje tenho um Palm Zire 72s. Sempre gostei desta plataforma como organizador pessoal, mas cada vez mais me preocupo com o futuro do seu sistema operacional, o Palm OS. Embora se ouça notícias que o sistema está mais vivo que nunca, o que se vê é que diversos dispositivos estão deixando o Palm OS de lado e instalando o Windows Mobile, notadamente, alguns smartphones da própria Palm, como o Treo 700wx. Meu maior receio é organizar minha vida em torno dos dispositivos Palm e ficar de mãos abanando com a progressão da tecnologia e dos aparelhos usados no dia a dia.

Devo estender a vida útil do Palm como organizador pessoal adquirindo um Treo 650, cujo preço está baixando dramaticamente com o lançamento de novos modelos, mas não sei por quanto tempo irei persistir "no lado Palm da Força". Arrodeios à parte, minha última invenção na direção de manter a organização via Palm, mas não depender exclusivamente dele foi a inserção dos compromissos de minha agenda no utilitário web Google Calendar. Após a decisão, é lógico que houve problemas. Segue um roteiro dos passos que fiz para resolver a questão.
  1. O Google Calendar só importa compromissos nos formatos CSV (valores separados por vírgula, arquivo texto comum) e iCal (formato de calendário do utilitário iCal da Apple, só roda em MacOSX). Ou seja, eu precisava converter meus dados Palm para um destes formatos.
  2. Consultando o fórum de ajuda do Google Calendar, descobri um utilitário chamado Palm2iPod. Este programa é na realidade um plugin para a versão Windows do Palm Desktop, a versão Desktop do software Palm OS. Este programa é para os dispositivos Palm o que o iTunes é para o iPod, ou seja, a base de dados principal.
  3. Baixei a versão internacional do Palm2iPod e instalei no meu micro.
  4. Ao abrir o Palm Desktop, dois novos ícones apareceram na barra de ferramentas, uma permitindo a configuração do drive no qual o meu iPod está e outra gatilhando a exportação dos dados. Embora eu tenha um iPod, não queria envolvê-lo no processo pro isso criei as pastas Calendars e Contacts no meu drive K: (sim, tenho uma partição K: no sistema) e depois configurei a letra de drive do meu iPod para K: no Palm Desktop.
  5. Depois de configurar o Palm2iPod, acionei o botão de exportação e foram criados os arquivos K:\Calendars\fromPalm.vcs e K:\Contacts\fromPalm.vcs.
  6. Em seguida abri o Google Calendar, cliquei na opção de menu Definições, selecionei a opção Importar agenda. Na janela que abriu, selecionei como fonte o arquivo K:\Calendars\fromPalm.vcs e mandei bala na importação.
Após estes procedimentos, consegui com sucesso importar meus contatos para o Google Calendar. Agora tive um novo problema, e se eu colocar novos compromissos no meu Palm, como passá-los para o Google Calendar? Como teste, eu reimportei os dados para o Google Calendar e os compromissos não foram duplicados, ou seja, o filtro de importação não gera eventos duplicados. Assim, concluo que seja possível trabalhar com ambas as agendas desde que a atualização de novos compromissos seja feita sempre no Palm. Espero que estas instruções o ajudem a fazer o mesmo.


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Thursday, February 1, 2007

Drivers para o Linux

Segundo informações do site Ars Technica, alguns desenvolvedores do kernel do Linux estão oferecendo um serviço gratuito de criação de drivers Linux aos fabricantes de hardware para que seus equipamentos sejam compatíveis com este sistema operacional.

Sunday, January 21, 2007

O Custo de Proteção de Conteúdo do Windows Vista

Em meados de janeiro de 2007, Peter Gutmann, um especialista neo-zelandês em segurança, lançou um artigo público sobre o custo agregado das iniciativas de suporte ao DRM (Digital Rights Management, ou Gerenciamento de Direitos Digitais) implantados no Windows Vista, a mais nova versão do sistema operacional da Microsoft. Tenho acompanhado as repercussões do artigo, e também outras publicações que falam dos extremos que a Microsoft trilhou para proteger os direitos dos provedores de conteúdo, notadamente de Hollywood com suas produções milionárias. Segue um breve histórico das desavenças dos provedores de conteúdo multimídia com as inovações tecnológicas.

Décadas de 70/80 - Com o lançamento da fita cassete, todo mundo podia gravar seus discos em fita e compartilhar com seus amigos. As gravadoras chiaram, mas seus lucros continuaram crescendo.

Décadas de 80/90 - Na era do videocassete e das fitas VHS, foi a indústria de filmes que anunciou sua eventual ruína, porém eles sobreviveram e fizeram filmes cada vez mais caros. No final dos anos 80 e início dos anos 90 a música digital passou a dominar o mercado com o lançamento do CD. Em meados dos anos 90, o formato MP3 e o lançamento de protocolos de compartilhamento de arquivos (o pioneiro sendo o Napster) botou a indústria em polvorosa. Ah, os lucros continuaram na ascendente...

Décadas de 90/2000 - Aprendendo com o caso do CD, o lançamento dos filmes digitais em DVD veio cercado por uma tecnologia de criptografia que impediria a pirataria, mas, para grande decepção dos provedores de conteúdo, a criptografia era fraca e pôde ser quebrada em pouquíssimo tempo. Mesmo que ela não tivesse sido quebrada, haveria a possibilidade de capturar as telas de exibição do filme e gerar cópias digitais sem as restrições da criptografia. O problema se agravou para a indústria quando as conexões de banda larga passaram a crescer e o protocolo de compartilhamento BitTorrent foi lançado. A primeira reação contra a quebra da criptografia no DVD veio na forma de legislação em 1998 com o DMCA (Digital Millenium Copyright Act, ou Ato de Copyright do Milênio Digital), um fruto do lobby de Hollywood no congresso americano. Por esta legislação, ficou ilegal a quebra de proteções anti-cópia, mesmo que para uso próprio. Vale salientar que o rip de CDs para MP3 continuou legal, pois não há quebra de criptografia no processo.

Década de 2000 - A novidade na área de filmes são o conteúdo de alta definição, representado pelas mídias em formato HD-DVD e Blu-Ray. A grande novidade destas mídias é o uso de criptografia forte não só na mídia de distribuição, mas em todos os caminhos entre a mídia e o monitor de exibição do conteúdo. Teoricamente o acesso ao conteúdo digital criptografado só é possível se todas as peças de hardware entre a mídia e o monitor souberem estabelecer uma conexão criptografada entre cada par de dispositivos. Para entender melhor o problema, é preciso ler o artigo completo, mas segue um resumo dos principais tópicos considerados na avaliação do custo adicional para a indústria de computadores, portanto, para o consumidor final, ao migrar para o Windows Vista:

  • O Windows vista só permite o tráfego de conteúdo protegido por dispositivos que sejam também protegidos. Assim, se você comprar um HD-DVD Player, mas não tiver uma placa de vídeo que entenda HDCP (o protocolo de criptografia do conteúdo de alta-definição), você não conseguirá ver o vídeo, ou então terá a qualidade do sinal deliberadamente embaçada (pelo próprio Windows ou pela placa de vídeo) para evitar que uma cópia do conteúdo seja feita com qualidade. O mesmo acontece com o áudio. E mais, se você assistir a um conteúdo de alta definição ao mesmo tempo em que navega na internet e ouve um CD, todos os aplicativos ficarão com a mesma perda de qualidade mesmo que não sejam de alta definição.

  • Para evitar a criação de drivers virtuais que tentem levar o windows a alimentar conteúdo de alta definição descriptografado para eles, o Windows exige que certos detalhes de identificação do hardware sejam mantidos em sigilo pelo fabricante. Esta restrição de informações dificulta ou mesmo inviabiliza a criação de drivers de fonte aberta para o uso deste hardware em sistemas operacionais abertos como o Linux.

  • Embora haja muitos fabricantes de placas de vídeo e de som, o número de fabricantes dos principais chips empregados nesses dispositivos, chamados de chipset, é bem menor. Assim, quando não se tinha o driver para uma determinada placa, era possível ir no site do fabricante do chipset e baixar um driver genérico que funcionava bem para quase qualquer dispositivo que usasse aquele chipset. Com o Windows Vista, cada dispositivo de hardware precisa ser univocamente detectado e, para abrir uma conexão criptografada com o Windows, precisa possuir uma chave que é adquirida junto à entidade global que controla a liberação destas chaves. Existe uma licença anual que precisa ser paga pelo fabricante para manter o registro das chaves. Em caso de falência, ou inadimplência do fabricante, a chave usada pelo hardware poderá ser revogada e esta informação estará presente nas novas mídias de alta definição produzidas, que não funcionariam mais no hardware revogado. A revogação pode ainda ocorrer se a Microsoft considerar que a segurança do dispositivo não for forte o suficiente, nesta condição, a empresa deverá obrigatoriamente lançar um driver atualizado sob pena de ter a chave de seu hardware listado entre as listas de chaves revogadas.


Bom, estes são os principais pontos abordados pelo artigo, mas existem diversos outros para quem tiver a paciência de ler o artigo na íntegra. O fato é que a Microsoft está levando muito a sério esta questão de proteção dos direitos dos provedores de conteúdo e está usando seu monopólio nos sistemas operacionais para forçar os fabricantes de hardware a seguirem a direção imposta por eles. O uso de criptografia forte em toda etapa do caminho se reflete em custos ao longo do caminho. Os processadores (do micro e da placa de vídeo) vão gastar tempo criptografando e descriptografando os dados, verificações de segurança ocorrem cerca de 30 vezes por segundo neste processo e conexões com criptografia precisam ser estabelecidas a cada etapa de trânsito dos dados de alta definição pelo sistema. Em última instância, quem está pagando por tudo isso é o consumidor que precisará trocar o seu hardware atual para um que entenda HD (alta definição), arcar com os custos de hardwares mais caros visto que os processadores envolvidos precisarão ser mais poderosos para poderem fazer o que já faziam anteriormente além dos ciclos de criptografia/descriptografia ao longo do caminho. Tudo isso somado ao risco do fabricante de seu hardware tiver problemas financeiros ou de segurança que o leve a ter suas chaves de criptografia revogados pela entidade de controle.

Por estes motivos, é necessário pensar duas vezes antes de migrar para o Windows Vista e para as tecnologias de alta definição. Convém esperar um pouco uma vez que as regras gerais de interoperabilidade e controle das listas de chaves revogadas não está plenamente funcional. Eu certamente vou ficar com o velho Windows XP por mais um tempinho. Se o dinheiro permitir, talvez meu próximo PC seja um Apple...

Monday, September 4, 2006

Driver para o Motorola V3

Tenho um celular Motorola V3 que se liga ao micro através de um cabo USB. Uma característica interessante desta conexão é que ela permite também carregar o aparelho através desta interface.

Acontece porém que a instalação do driver exige o CD de instalação que vem com o telefone. Por diversas vezes quis carregar o meu aparelho em computadores de terceiros e não tinha o driver em mãos. Encontrei uma versão do driver para download no site DriverGuide que funcionou muito bem.

Sendo assim, replico aqui o link direto para o download para que a comunidade possa encontrá-lo com mais facilidade:

http://members.driverguide.com/driver/detail.php?action=download&driverid=626053

O download exige o registro gratuito com o site.

Atualização em 22/2/2010

Depois de alguns anos sem o Motorola V3, estou novamente com um: o V3e que é meu celular corporativo. Pois bem, novamente precisei baixar o driver para carregá-lo no meu micro e vejo que o link acima ainda funciona, porém, se você não fizer o login (gratuito), terá que baixar para pagar. Sendo assim resolvi deixar um link para download a partir do meu site.

Tuesday, August 29, 2006

C cedilha no Graffiti 2

Eu uso palms desde setembro de 1998. Comecei com o Palm III, passei pelo Palm V e agora tenho um Palm Zire 72. Das últimas duas versões para a Zire 72, uma mudança fundamental foi a escrita Graffiti (tecnologia de reconhecimento de escrita dos dispositivos Palm), que passou da versão 1 para a versão 2.

Desde a troca, não sabia mais como fazer o tal do "cê cedilha" (ç) no aparelho. Na versão 1 do Graffiti, bastava traçar um "cê" de baixo para cima. Se eu tinha dúvida de como escrever um caractere pouco usual, bastava acionar a ajuda do dispositivo e lá havia uma instrução de como traçar o danado. Já no Graffiti 2, não só a forma antiga de traçar o cedilha não existe mais, como não consta na ajuda do aparelho uma forma substituta de traçá-lo. Hoje resolvi atacar este problema e achei no manual online do Graffiti 2 a forma de fazer que transcrevo a seguir:

Wednesday, August 2, 2006

Ubuntu - Problemas no WiFi após upgrade de Breezy Badger para Dapper Drake

Caros leitores,

   Hoje consegui resolver um problema que há muito me afligia desde que fiz o upgrade do meu Ubuntu 5.10 (Breezy Badger) para 6.06 (Dapper Drake). Na transição, minha rede sem fio (access point, WEP, 64-bits) deixou de funcionar. Tenho um notebook HP Compaq nx7010 com uma placa de rede sem fio Intel Pro/Wireless 2200, comum em sistemas baseados no processador Intel Centrino.

   O que acontecia era que o programa de configuração da rede corretamente enxergava as redes disponíveis (três, em minha região), mas não conseguia contectar a nenhuma. Depois de muito pesquisar, descobri que aparentemente o driver da minha placa, ipw2200, carregava corretamente sem erros, mas simplesmente não funcionava o que sugeria tratar-se de um problema de configuração. Sendo assim, usei o apt-cache para procurar todos os pacotes que lidavam com redes sem fio no Ubuntu, e achei o wlassistant, um assistente KDE para a configuração de redes sem fio. Fiz a instalação via apt-get e depois rodei o programa. Após rodar o assistente, a rede voltou a funcionar como se nada houvesse acontecido. Assim, se você estiver enfrentando um problema semelhante em seu Linux, ou seja, seu driver parece funcionar mas a rede não conecta, experimente rodar o wlassistant. é isso!