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Sunday, March 27, 2011

Onde Está o Revisor?

Passei hoje na livraria Saraiva e vi uma promoção que me chamou a atenção. O dicionário escolar de língua portuguesa da Michaelis está sendo vendida em conjunto com uma garrafa de alumínio para bebidas. Como chamariz para o produto, há dizeres em destaque afirmando: "Acompanha um squeeze exclusivo". Tenho duas observações sobre este fato:

  1. Se o dicionário é em português, por que colocar um termo em inglês para se referir à garrafa?
  2. Uma vez que se optou em escrever um termo em inglês, por que não pesquisar a expressão squeeze e ver que ela se refere apenas a garrafas que podem ser espremidas, ou squeezed?
às vezes eu fico imaginando as equipes que interagem na geração destas embalagens e promoções, será que não dá para contratar alguém exclusivamente para ficar revisando o texto antes de gafes como esta sairem impressas?


Tuesday, August 18, 2009

Estudo aponta que 40.5% dos tweets são "balbúcios inúteis"

A BBC informou neste artigo que a companhia americana de pesquisas de mercado Pear Analitics realizou um estudo classificando os tweets (mini postagens no site Twitter) em 5 categorias. Veja a seguir uma listagem das categorias e as porcentagens associadas a cada uma durante o período do estudo.

  1. Balbúcios Inúteis (Pointless Babble): 40.5%

  2. Conversações (Conversational): 37.5%

  3. Informações com algum valor (Pass Along Value): 8.7%

  4. Promoção pessoal (self-promotion): 5.85%

  5. Spam: 3.75%


Para um serviço criado em torno da pergunta "O que você está fazendo?" (What are you doing?), muito me admira que a primeira categoria não dominasse ainda mais o placar.

Para mim, parece que a Pear Analytics está mais interessada em auto-promoção do que conhecer as tendências do Twitter, haja vista o nome escolhido para a categoria mais comum: Pointless Babble.

Isto sem mencionar que o balbúcio inútil para o pesquisador pode ser bem importante para mim. Por exemplo, se um amigo de longa data diz que chegou ao Rio de Janeiro, esta informação é extremamente útil pois posso tentar agendar um almoço ou jantar com o colega... Outro exemplo, se eu digito algo como #forasarney no meu Twitter, não é esta mensagem individual que tem valor, mas quantos por aí estão abraçando a mesma causa, não é mesmo? Enfim, mais uma pesquisa que não traz informação útil. Acho que vou classificar como balbúcio inútil... :-)

Sunday, August 16, 2009

"Faz" um o que?

[caption id="attachment_265" align="alignnone" width="247" caption="Cartaz Embratel no Aeroporto Santos Dumont"]Cartaz Embratel no Aeroporto Santos Dumont[/caption]

Algum tempo atrás eu vi uma propaganda da Embratel no aeroporto de Santos Dumont no Rio de Janeiro e resolvi fotografar para poder comentar no meu Blog. Esta campanha publicitária do "Quer um desconto? Faz um 21!" é, no mínimo, deseducativa. Os marqueteiros acertaram na pessoa, mas erraram no tempo verbal. Claramente o "Faz um 21" é um imperativo que deveria dizer "Faça um 21". Me admira muito que ninguém na Embratel corrigiu este erro antes de ir para o ar. Espero que os professores de gramática das escolas estejam usando este caso para ensinar nossos jovens e crianças a falar corretamente.

Wednesday, July 15, 2009

Piada de Mal Gosto no Site do Ministério do Trabalho

Li hoje em uma matéria do site do jornal O Globo que o site do Ministério do Trabalho possui um comportamento no mínimo bizarro ao tentar confirmar que quem navega é de fato um ser humano e não um programa de computador.

é costume em sites que oferecem serviços gratuitos inserir formulários que exigem a digitação de um código alfanumérico que pode ser lido a partir de uma imagem cuja interpretação é dificultada para programas de computador. Essas imagens são conhecidas na Internet como "captcha". O do site é bem inovador, trata-se de um diagrama de palavras-cruzadas com palavras grifadas sendo que apenas uma delas representa uma palavra na língua portuguesa. O problema do sistema de captchas do site é que algumas das palavras não seriam adequadas para a maior parte dos sites na grande rede, mas no site do Ministério do Trabalho, elas são especialmente inapropriadas. Alguns exemplos citados na matéria são: vagabundo, potranca, frouxo e saliente.

Tenho certeza que algum programador da empresa terceirizada responsável deu umas boas risadas ao desenvolver a biblioteca de palavras a serem usadas no programa gerador de captchas. Minha impressão é que ele deve estar bastante preocupado com sua estabilidade no emprego após toda essa confusão...

Leia a íntegra da matéria do Globo clicando aqui.

Thursday, July 2, 2009

Exxon Valdez: Ainda uma dor de cabeça para a Exxon

Hoje, li com surpresa uma matéria no site da revista E&P que informa que este acidente ecológico, considerado a pior fase enfrentada pela empresa em 125 anos de existência, ainda traz dissabores para Exxon.

Para quem não lembra ou nunca soube, Exxon Valdez era o nome de um petroleiro da Exxon que se acidentou em 24 de março de 1989 no estreito de Prince William, no golfo do Alaska, EUA. Ele colidiu contra o recife de Bligh o que causou uma ruptura em seu casco resultando em um vazamento de óleo de cerca de 200 milhões de litros. Apesar de não ter sido nem de longe o maior derramamento de óleo registrado, ele é conhecido como o mais trágico deles porque ocorreu em um local bastante remoto e de ecologia frágil e foram necessários 3 anos para limpar a área.

Voltando ao artigo da E&P, o que mais me surpreendeu nele foi o fato que até hoje a Exxon não pagou as multas e punições associadas ao derramamento devido a embates na justiça sobre o valor a ser pago. Em 1996 a empresa foi condenada a pagar US$ 5 bilhões. Em 2006 esta quantia foi reduzida para US$ 2.5 bilhões após um apelo na justiça. Finalmente, em 2008, este valor foi reduzido para US$ 507.5 milhões e então a empresa iniciou os pagamentos.

Agora, uma corte de apelação federal decidiu que o valor do pagamento deve ser acrescido de juros no valor de US$

Sunday, April 15, 2007

Abby Ahmad

CD RearviewAbby Ahmad é o nome de uma cantora/compositora que descobri neste sábado ao assistir o filme The Guardian, cujo título em português é um excelente exemplo de uma má tradução: Anjos da Vida - Mais Bravos que o Mar. O filme em si não é grande coisa. é mais uma das produções de Kevin Costner que não saiu exatamente como o previsto, mas uma das músicas do filme me chamou a atenção: Tri-Me, de Abby Ahmad.

Infelizmente seu CD Rearview não é barato para comprar, são US$ 13.97 no CdBaby.com. A boa notícia é que seu site oficial tem algumas músicas em formato MP3 gratuitas para download. A música do filme, Tri-Me, não está disponível para download, mas você pode ouví-la gratuitamente no site da artista no myspace. Para quem gosta de músicas acústicas, com instrumentos bem tocados e uma voz afinada, definitivamente recomendo esta cantora.

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Friday, April 13, 2007

Google vai Comprar DoubleClick por 3.1 Bilhões de Dólares

A blogger Elinor Mills afirmou no Google Blog da empresa de notícias News.com que o Google irá comprar a empresa de propagandas online DoubleClick por 3.1 bilhões de dólares em dinheiro. O curioso da empreitada é que o DoubleClick é um dos primeiros sites que as ferramentas de controle de propagandas bloqueiam. O valor é quase o dobro do pago pelo Google na aquisição do YouTube. Se uma empresa de propagandas online vale este tanto, parece que o mercado de propagandas online está indo muito bem, obrigado. Quem sabe assim conseguimos usufruir de mais serviços gratuitos do Google. Quem sabe um office completo com qualidade comparável ao da Microsoft? :-)


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Monday, March 26, 2007

Whitesnake Unplugged

Ontem fiz algo que não fazia há muito tempo, ouvir rádio no meu carro. Tenho ainda um velho toca-fitas no carro e, com a ajuda de uma fita especial que se liga como um headphone no meu iPod, tenho sempre ouvido minhas coleções de música ou então os diversos podcasts que assino. Pois bem, a minha sintonia no rádio valeu a pena e acabei descobrindo uma excelente versão acústica do sucesso "Love ain't no Stranger" do saudoso Whitesnake. Após algumas pesquisas na rede, descobri que a música é parte integrante do CD/DVD "Starkers in Tokyo". O show é feito no estilo "Unplugged" da MTV e só estão presentes o David Coverdale (vocalista) e o Adrian Vandenberg (violão). Para quem é (ou foi) fã do Whitesnake, é uma compra recomendada!

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Sunday, January 21, 2007

O Custo de Proteção de Conteúdo do Windows Vista

Em meados de janeiro de 2007, Peter Gutmann, um especialista neo-zelandês em segurança, lançou um artigo público sobre o custo agregado das iniciativas de suporte ao DRM (Digital Rights Management, ou Gerenciamento de Direitos Digitais) implantados no Windows Vista, a mais nova versão do sistema operacional da Microsoft. Tenho acompanhado as repercussões do artigo, e também outras publicações que falam dos extremos que a Microsoft trilhou para proteger os direitos dos provedores de conteúdo, notadamente de Hollywood com suas produções milionárias. Segue um breve histórico das desavenças dos provedores de conteúdo multimídia com as inovações tecnológicas.

Décadas de 70/80 - Com o lançamento da fita cassete, todo mundo podia gravar seus discos em fita e compartilhar com seus amigos. As gravadoras chiaram, mas seus lucros continuaram crescendo.

Décadas de 80/90 - Na era do videocassete e das fitas VHS, foi a indústria de filmes que anunciou sua eventual ruína, porém eles sobreviveram e fizeram filmes cada vez mais caros. No final dos anos 80 e início dos anos 90 a música digital passou a dominar o mercado com o lançamento do CD. Em meados dos anos 90, o formato MP3 e o lançamento de protocolos de compartilhamento de arquivos (o pioneiro sendo o Napster) botou a indústria em polvorosa. Ah, os lucros continuaram na ascendente...

Décadas de 90/2000 - Aprendendo com o caso do CD, o lançamento dos filmes digitais em DVD veio cercado por uma tecnologia de criptografia que impediria a pirataria, mas, para grande decepção dos provedores de conteúdo, a criptografia era fraca e pôde ser quebrada em pouquíssimo tempo. Mesmo que ela não tivesse sido quebrada, haveria a possibilidade de capturar as telas de exibição do filme e gerar cópias digitais sem as restrições da criptografia. O problema se agravou para a indústria quando as conexões de banda larga passaram a crescer e o protocolo de compartilhamento BitTorrent foi lançado. A primeira reação contra a quebra da criptografia no DVD veio na forma de legislação em 1998 com o DMCA (Digital Millenium Copyright Act, ou Ato de Copyright do Milênio Digital), um fruto do lobby de Hollywood no congresso americano. Por esta legislação, ficou ilegal a quebra de proteções anti-cópia, mesmo que para uso próprio. Vale salientar que o rip de CDs para MP3 continuou legal, pois não há quebra de criptografia no processo.

Década de 2000 - A novidade na área de filmes são o conteúdo de alta definição, representado pelas mídias em formato HD-DVD e Blu-Ray. A grande novidade destas mídias é o uso de criptografia forte não só na mídia de distribuição, mas em todos os caminhos entre a mídia e o monitor de exibição do conteúdo. Teoricamente o acesso ao conteúdo digital criptografado só é possível se todas as peças de hardware entre a mídia e o monitor souberem estabelecer uma conexão criptografada entre cada par de dispositivos. Para entender melhor o problema, é preciso ler o artigo completo, mas segue um resumo dos principais tópicos considerados na avaliação do custo adicional para a indústria de computadores, portanto, para o consumidor final, ao migrar para o Windows Vista:

  • O Windows vista só permite o tráfego de conteúdo protegido por dispositivos que sejam também protegidos. Assim, se você comprar um HD-DVD Player, mas não tiver uma placa de vídeo que entenda HDCP (o protocolo de criptografia do conteúdo de alta-definição), você não conseguirá ver o vídeo, ou então terá a qualidade do sinal deliberadamente embaçada (pelo próprio Windows ou pela placa de vídeo) para evitar que uma cópia do conteúdo seja feita com qualidade. O mesmo acontece com o áudio. E mais, se você assistir a um conteúdo de alta definição ao mesmo tempo em que navega na internet e ouve um CD, todos os aplicativos ficarão com a mesma perda de qualidade mesmo que não sejam de alta definição.

  • Para evitar a criação de drivers virtuais que tentem levar o windows a alimentar conteúdo de alta definição descriptografado para eles, o Windows exige que certos detalhes de identificação do hardware sejam mantidos em sigilo pelo fabricante. Esta restrição de informações dificulta ou mesmo inviabiliza a criação de drivers de fonte aberta para o uso deste hardware em sistemas operacionais abertos como o Linux.

  • Embora haja muitos fabricantes de placas de vídeo e de som, o número de fabricantes dos principais chips empregados nesses dispositivos, chamados de chipset, é bem menor. Assim, quando não se tinha o driver para uma determinada placa, era possível ir no site do fabricante do chipset e baixar um driver genérico que funcionava bem para quase qualquer dispositivo que usasse aquele chipset. Com o Windows Vista, cada dispositivo de hardware precisa ser univocamente detectado e, para abrir uma conexão criptografada com o Windows, precisa possuir uma chave que é adquirida junto à entidade global que controla a liberação destas chaves. Existe uma licença anual que precisa ser paga pelo fabricante para manter o registro das chaves. Em caso de falência, ou inadimplência do fabricante, a chave usada pelo hardware poderá ser revogada e esta informação estará presente nas novas mídias de alta definição produzidas, que não funcionariam mais no hardware revogado. A revogação pode ainda ocorrer se a Microsoft considerar que a segurança do dispositivo não for forte o suficiente, nesta condição, a empresa deverá obrigatoriamente lançar um driver atualizado sob pena de ter a chave de seu hardware listado entre as listas de chaves revogadas.


Bom, estes são os principais pontos abordados pelo artigo, mas existem diversos outros para quem tiver a paciência de ler o artigo na íntegra. O fato é que a Microsoft está levando muito a sério esta questão de proteção dos direitos dos provedores de conteúdo e está usando seu monopólio nos sistemas operacionais para forçar os fabricantes de hardware a seguirem a direção imposta por eles. O uso de criptografia forte em toda etapa do caminho se reflete em custos ao longo do caminho. Os processadores (do micro e da placa de vídeo) vão gastar tempo criptografando e descriptografando os dados, verificações de segurança ocorrem cerca de 30 vezes por segundo neste processo e conexões com criptografia precisam ser estabelecidas a cada etapa de trânsito dos dados de alta definição pelo sistema. Em última instância, quem está pagando por tudo isso é o consumidor que precisará trocar o seu hardware atual para um que entenda HD (alta definição), arcar com os custos de hardwares mais caros visto que os processadores envolvidos precisarão ser mais poderosos para poderem fazer o que já faziam anteriormente além dos ciclos de criptografia/descriptografia ao longo do caminho. Tudo isso somado ao risco do fabricante de seu hardware tiver problemas financeiros ou de segurança que o leve a ter suas chaves de criptografia revogados pela entidade de controle.

Por estes motivos, é necessário pensar duas vezes antes de migrar para o Windows Vista e para as tecnologias de alta definição. Convém esperar um pouco uma vez que as regras gerais de interoperabilidade e controle das listas de chaves revogadas não está plenamente funcional. Eu certamente vou ficar com o velho Windows XP por mais um tempinho. Se o dinheiro permitir, talvez meu próximo PC seja um Apple...

Thursday, December 7, 2006

Windows Vista, frito ou assado?

Saiu no Yahoo! do Reino Unido: a Microsoft está tendo uma pequena dor de cabeça ao fazer o marketing do Windows Vista na Letônia. Na língua local, o Letão, "vista" quer dizer galinha. Adicionalmente, em linguagem coloquial, "vista" também pode significar mulher desinteressante. Qualquer que seja a acepção, o Windows Vista não fica bem na fita. A sorte da Microsoft é que o país tem apenas 2.3 milhões de habitantes (2005). Destes, apenas 1.3 milhão falam a língua nativa e não o Russo. Realmente um pingo d'água no imenso mercado global almejado pela empresa. Achei tão engraçada a notícia que não resisti e a reproduzi por aqui.

Thursday, July 27, 2006

O Maior Mentiroso do Brasil

Quem é o maior mentiroso do Brasil? Segundo o site de buscas Google, é o atual presidente do Brasil, o ilustríssimo Sr. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eu explico, recebi um e-mail há alguns dias com a sugestão de fazer a seguinte busca no Google "maior mentiroso brasil". Qual não foi minha surpresa ao ver no topo da busca uma página do Wikipedia (versão em português) falando sobre nosso estimado presidente. Eu gravei esta busca neste link, veja por si mesmo(a). Os demais links apontam para sites de Blogs e Fórums falando exatamente deste detalhe inusitado. Um outro detalhe interessante desta história é que a palavra mentiroso não aparece em lugar algum da página, nem no conteúdo visível, nem no invisível (procurei no código fonte também). Acho que em breve veremos alguma reação presidencial a respeito, tão logo esta notícia chegue aos meios de comunicação em massa...

Saturday, May 6, 2006

Isso é que é Jornal Online

Hoje, em uma conversa via Google Talk com minha mãe, fiquei sabendo que o Jornal do Brasil, um dos maiores jornais da cidade do Rio de Janeiro, está com uma versão online que é bastante inovadora.

O acesso começa pela digitação de um código alfanumérico codificado em uma imagem de relativa facilidade de leitura para humanos, mas difícil processamento via computador. Segundo o jornal, a necessidade de digitação deste código é para evitar que programas de acesso automatizado "diminuam a qualidade do serviço". Em outras palavras, o jornal só quer acessos interativos feitos por pessoas de carne e osso. Este tipo de verificação já conhecido de quem tenta consultar dados no site da receita federal.

Voltando à questão do JB Online, a interface principal apresenta uma visão de duas páginas do jornal com a opção de folhear para frente e para trás clicando em setas no topo da tela. O programa é todo desenvolvido em Flash, logo seu navegador precisa do Macromedia Flash Player para poder visualizar a edição online. O curioso é que, ao clicar nas setas que folheiam o jornal, a resposta visual é da página ser mesmo virada. Ao mesmo tempo o som de páginas virando sai nas caixas acústicas do micro. A sensação é bem interessante e a animação é bem feita.

é claro que duas páginas de jornal aparecendo de corpo inteiro na tela só permite ler as manchetes principais. Para ler mesmo cada página, existe um ícone de uma lupa (uma para cada página do jornal) que abre a página em uma janela pop-up maximizada para o tamanho da tela. Desta forma é possível ler todas as reportagens sem muita dificuldade em uma resolução de 1024x768. Se necessário, basta usar o recurso de zoom do próprio Flash Player para telas menores como as de 12". Cabe uma observação, seu browser pode acabar bloqueando a janela de pop-up do site. Se isto ocorrer, será necessário liberar os pop-ups do site ee.jornaldobrasil.com.br.

Ao navegar no site do JB Online, vi que quem forneceu a tecnologia de digitalização do jornal foi a empresa Virtual Paper, uma empresa especializada em documentos digitais. Vistei o site da empresa e gostei bastante do que vi, e, aparentemente, é uma empresa nacional! Ponto para a Virtual Paper! Vamos ver se os outros jornais tomam o JB por exemplo e façam versões digitais de suas publicações que sejam tão boas quanto esta.

Finalizando, fiquei tão bem impressionado com a edição online do JB que me custa acreditar que esta edição permaneça gratuita por muito tempo. Imagino que assim que a tecnologia estiver consolidada e se crie uma base de leitores virtuais, o acesso deverá passar a ser pago. Por isso, aproveitem enquanto a edição online ainda é gratuita!

Links de Interesse:
Jornal do Brasil Edição Online: http://ee.jornaldobrasil.com.br/reader/default.asp
Página do Virtual Paper: http://www.virtualpaper.com.br/default.asp