Saturday, June 10, 2006
Esse spam ainda me mata...
Saturday, June 3, 2006
Friday, June 2, 2006
Copa do Mundo 2006 - Mais um falso alerta no Orkut
Está circulando nos Scraps do Orkut mais um falso alerta de vírus. Desta vez, algum boçal resolveu usar o tema da copa do mundo 2006 para espalhar o boato que o vírus "mais destrutivo que existiu" está à solta na internet. A mensagem é cheia de exageros, cita fontes de confiança como CNN, McAfee e Microsoft mas não aponta um link sequer de onde a fonte foi obtida e, de quebra, pede que a mensagem seja repassada ao todos os integrantes de sua lista de endereços. Todos os sinais de boato estão aí, mas sempre tem um inocente que acredita e aí está feito o estrago. Centenas de mensagens de e-mails repassados sobre o assunto, linhas e mais linhas do meu blog ocupados com mais outro boato virtual. :-)
Por motivo de completude, segue abaixo a íntegra da mensagem de boato que recebi:
Para aqueles que caíram (mais uma vez) no conto, segue um conjunto de links para evitar ser pego novamente:
Agora para piorar a situação, existem mesmo alguns vírus circulando por aí que são baixados para o micro do internauta quando ele acredita que ganhou uma promoção de viagem à Alemanha para a copa. Na verdade, vírus ou qualquer outra carga maléfica embutida em um "presente" é chamado de "cavalo de tróia" em alusão à forma com que os gregos invadiram a fortaleza dos troianos há milênios... Seguem alguns links sobre esses vírus (de verdade):
Como última palavra, se o vírus parecer poderoso demais para ser verdade, ele é de mentirinha, OK?
Por motivo de completude, segue abaixo a íntegra da mensagem de boato que recebi:
POR FAVOR, CIRCULEM ESTE SCRAP ENTRE OS AMIGOS1 Fiquem atentos nos próximos dias! Não abram nenhuma mensagem com um arquivo chamado Copa do Mundo 2006 independente de quem a enviou. Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem seu nome em sua lista de endereços, por isso você deve enviar esta mensagem a todos os seus contatos. é preferível receber 25 vezes esta mensagem, do que receber o vírus e abri-lo. Se receber a mensagem chamada Copa do Mundo 2006 não a abra e apague do seu computador imediatamente! é o pior vírus anunciado pela CNN e classificado pela Microsoft como o mais destrutivo que já existiu. Ele foi descoberto ontem pela tarde pela Mcafee e não existe anti-vírus para ele. O vírus destrói A TRILHA Zero do Disco Rígido, onde as informações vitais de seu funcionamento são guardadas.
ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS QUE VOCê CONHECE.
LEMBRE-SE QUE SE FIZER ISTO ESTARá BENEFICIANDO A TODOS
Para aqueles que caíram (mais uma vez) no conto, segue um conjunto de links para evitar ser pego novamente:
Agora para piorar a situação, existem mesmo alguns vírus circulando por aí que são baixados para o micro do internauta quando ele acredita que ganhou uma promoção de viagem à Alemanha para a copa. Na verdade, vírus ou qualquer outra carga maléfica embutida em um "presente" é chamado de "cavalo de tróia" em alusão à forma com que os gregos invadiram a fortaleza dos troianos há milênios... Seguem alguns links sobre esses vírus (de verdade):
- http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19588.shtml
- http://www.trendmicro.com/br/about/news/pr/archive/2005/pr020505.htm
Como última palavra, se o vírus parecer poderoso demais para ser verdade, ele é de mentirinha, OK?
Wednesday, May 31, 2006
Sobre o American Idol
Em minha opinião, o Chris Daughtry era o melhor concorrente, mas ficou apenas em quarto. Uma pena, mas pelo menos a brega Katharine McPhee não levou o prêmio, perdeu para o engraçado e carismático Taylor Hicks. Percebe-se durante as apresentações no programa que os americanos adoram uns berros no mais puro estilo Whitney Houston. Parece que se a música não tiver um momento de apoteose com um agudo de longa duração, não vale a pena aplaudir. Isso é tão americano e tão cansativo...
No entanto, o programa tem um ponto a seu favor que é a música tocada a cada eliminação. Vi num blog de um chinês (!) que trata-se da música "Bad Day" do Daniel Powter. Vale a pena conferir.
Monday, May 15, 2006
Insegurança e Boataria em São Paulo
Hoje, segunda-feira dia 15 de maio de 2006, finalmente senti as conseq
Saturday, May 6, 2006
Isso é que é Jornal Online
Hoje, em uma conversa via Google Talk com minha mãe, fiquei sabendo que o Jornal do Brasil, um dos maiores jornais da cidade do Rio de Janeiro, está com uma versão online que é bastante inovadora.
O acesso começa pela digitação de um código alfanumérico codificado em uma imagem de relativa facilidade de leitura para humanos, mas difícil processamento via computador. Segundo o jornal, a necessidade de digitação deste código é para evitar que programas de acesso automatizado "diminuam a qualidade do serviço". Em outras palavras, o jornal só quer acessos interativos feitos por pessoas de carne e osso. Este tipo de verificação já conhecido de quem tenta consultar dados no site da receita federal.
Voltando à questão do JB Online, a interface principal apresenta uma visão de duas páginas do jornal com a opção de folhear para frente e para trás clicando em setas no topo da tela. O programa é todo desenvolvido em Flash, logo seu navegador precisa do Macromedia Flash Player para poder visualizar a edição online. O curioso é que, ao clicar nas setas que folheiam o jornal, a resposta visual é da página ser mesmo virada. Ao mesmo tempo o som de páginas virando sai nas caixas acústicas do micro. A sensação é bem interessante e a animação é bem feita.
é claro que duas páginas de jornal aparecendo de corpo inteiro na tela só permite ler as manchetes principais. Para ler mesmo cada página, existe um ícone de uma lupa (uma para cada página do jornal) que abre a página em uma janela pop-up maximizada para o tamanho da tela. Desta forma é possível ler todas as reportagens sem muita dificuldade em uma resolução de 1024x768. Se necessário, basta usar o recurso de zoom do próprio Flash Player para telas menores como as de 12". Cabe uma observação, seu browser pode acabar bloqueando a janela de pop-up do site. Se isto ocorrer, será necessário liberar os pop-ups do site ee.jornaldobrasil.com.br.
Ao navegar no site do JB Online, vi que quem forneceu a tecnologia de digitalização do jornal foi a empresa Virtual Paper, uma empresa especializada em documentos digitais. Vistei o site da empresa e gostei bastante do que vi, e, aparentemente, é uma empresa nacional! Ponto para a Virtual Paper! Vamos ver se os outros jornais tomam o JB por exemplo e façam versões digitais de suas publicações que sejam tão boas quanto esta.
Finalizando, fiquei tão bem impressionado com a edição online do JB que me custa acreditar que esta edição permaneça gratuita por muito tempo. Imagino que assim que a tecnologia estiver consolidada e se crie uma base de leitores virtuais, o acesso deverá passar a ser pago. Por isso, aproveitem enquanto a edição online ainda é gratuita!
Links de Interesse:
Jornal do Brasil Edição Online: http://ee.jornaldobrasil.com.br/reader/default.asp
Página do Virtual Paper: http://www.virtualpaper.com.br/default.asp
O acesso começa pela digitação de um código alfanumérico codificado em uma imagem de relativa facilidade de leitura para humanos, mas difícil processamento via computador. Segundo o jornal, a necessidade de digitação deste código é para evitar que programas de acesso automatizado "diminuam a qualidade do serviço". Em outras palavras, o jornal só quer acessos interativos feitos por pessoas de carne e osso. Este tipo de verificação já conhecido de quem tenta consultar dados no site da receita federal.
Voltando à questão do JB Online, a interface principal apresenta uma visão de duas páginas do jornal com a opção de folhear para frente e para trás clicando em setas no topo da tela. O programa é todo desenvolvido em Flash, logo seu navegador precisa do Macromedia Flash Player para poder visualizar a edição online. O curioso é que, ao clicar nas setas que folheiam o jornal, a resposta visual é da página ser mesmo virada. Ao mesmo tempo o som de páginas virando sai nas caixas acústicas do micro. A sensação é bem interessante e a animação é bem feita.
é claro que duas páginas de jornal aparecendo de corpo inteiro na tela só permite ler as manchetes principais. Para ler mesmo cada página, existe um ícone de uma lupa (uma para cada página do jornal) que abre a página em uma janela pop-up maximizada para o tamanho da tela. Desta forma é possível ler todas as reportagens sem muita dificuldade em uma resolução de 1024x768. Se necessário, basta usar o recurso de zoom do próprio Flash Player para telas menores como as de 12". Cabe uma observação, seu browser pode acabar bloqueando a janela de pop-up do site. Se isto ocorrer, será necessário liberar os pop-ups do site ee.jornaldobrasil.com.br.
Ao navegar no site do JB Online, vi que quem forneceu a tecnologia de digitalização do jornal foi a empresa Virtual Paper, uma empresa especializada em documentos digitais. Vistei o site da empresa e gostei bastante do que vi, e, aparentemente, é uma empresa nacional! Ponto para a Virtual Paper! Vamos ver se os outros jornais tomam o JB por exemplo e façam versões digitais de suas publicações que sejam tão boas quanto esta.
Finalizando, fiquei tão bem impressionado com a edição online do JB que me custa acreditar que esta edição permaneça gratuita por muito tempo. Imagino que assim que a tecnologia estiver consolidada e se crie uma base de leitores virtuais, o acesso deverá passar a ser pago. Por isso, aproveitem enquanto a edição online ainda é gratuita!
Links de Interesse:
Jornal do Brasil Edição Online: http://ee.jornaldobrasil.com.br/reader/default.asp
Página do Virtual Paper: http://www.virtualpaper.com.br/default.asp
Wednesday, May 3, 2006
Internet Explorer: o calcanhar de aquiles da Microsoft
Em uma recente coluna para a revista PC Magazine, o colunista John C. Dvorak aponta a incorporação do Internet Explorer (IE) no sistema operacional Windows como a maior e mais custosa gafe tecnológica que a empresa fez até hoje. Em suas palavras, é "O Grande Erro da Microsoft". Ele afirma que o IE está sempre no caminho da empresa, informando que o golpe mais recente veio do processo de patentes lançado pela empresa Eolas sobre partes do uso do ActiveX no IE. A Microsoft (MS) perdeu e acabou desembolsando 521 milhões de dólares para resolver a situação.
Segue uma lista com os principais pontos de sua argumentação que sustentam sua tese:
Suas sugestões para que a MS saia da crise são:
é claro que ele próprio não acredita numa reação destas por parte da MS devido aos seus vícios e paranóias de liderança em todos os segmentos. Pessoalmente, achei interessantes os argumentos do autor e acho que decisões estratégicas de uma empresa não devem ficar tão enraizadas na política de trabalho que não possam ser revistas. O caso antitruste do governo americano contra a MS foi uma grande chance perdida pela empresa de se livrar do IE. Pelo vistos teremos que aturar muitos anos ainda de problemas de segurança de internet, de downloads gigantescos de service packs e de sessões de windows update. Pobre de quem não tem banda larga...
Segue uma lista com os principais pontos de sua argumentação que sustentam sua tese:
- De uma forma ou de outra todos os problemas jurídicos enfrentados pela MS pós internet estão relacionados ao IE.
- A luta constante contra spywares, vírus e malwares no geral são um poço sem fundo de despesas para a empresa o que afeta sua produtividade.
- A integração de um browser inseguro no núcleo do sistema operacional compromete o sistema como um todo.
- A luta pela liderança no mercado de browsers é ruim para a empresa e para os usuários, pois impede a MS de fazer o que ela tem de melhor: sistemas operacionais e aplicativos office.
Suas sugestões para que a MS saia da crise são:
- Não integrar mais o browser no sistema operacional e interromper o desenvolvimento do IE.
- Doar dinheiro para o Mozilla Firefox e investir no Opera de modo a direcionar o desenvolvimento das tecnologias web de "fora para dentro".
- Como cortesia, instalar o Opera ou Firefox por padrão nos novos sistemas.
é claro que ele próprio não acredita numa reação destas por parte da MS devido aos seus vícios e paranóias de liderança em todos os segmentos. Pessoalmente, achei interessantes os argumentos do autor e acho que decisões estratégicas de uma empresa não devem ficar tão enraizadas na política de trabalho que não possam ser revistas. O caso antitruste do governo americano contra a MS foi uma grande chance perdida pela empresa de se livrar do IE. Pelo vistos teremos que aturar muitos anos ainda de problemas de segurança de internet, de downloads gigantescos de service packs e de sessões de windows update. Pobre de quem não tem banda larga...
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